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terça-feira, 23 de novembro de 2010

Mais uma gala de "Operação Triunfo"

Ana Luísa, de Vila Nova da Gaia, perdeu o duelo que travou contra o madeirense Filipe e teve de abandonar a escola da "Operação Triunfo" na gala de sábado à noite. "Saio daqui com uma maior consciência de trabalho, de empenho e de luta e isso é muito importante para mim", garantiu Ana Luísa, de 17 anos, a mais jovem de todos os concorrentes. A 3ª gala da "Operação Triunfo" acabou por revelar-se, também, uma noite bastante emotiva para os restantes finalistas do programa. Pela primeira vez, os 10 alunos da OT subiram ao palco para interpretar temas em dueto. Além da evolução individual, os finalistas foram avaliados pelo modo como partilharam o palco. As performances de João Pedro e Bruno Gomes receberam alguns reparos do júri e os dois finalistas acabaram por ser nomeados. Um deles sairá da escola da OT na próxima semana. Entretanto, adivinha-se mais uma semana especial para os 9 finalistas. A próxima gala será inteiramente dedicada ao rock português e estão a ser preparadas boas surpresas para os alunos da OT.
Fonte: Sapo

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

"Operação Triunfo" só com rock português

A emissão do próximo sábado do concurso musical da RTP1 será exclusivamente dedicado ao rock português. Os alunos da escola da "Operação Triunfo" serão, assim, desafiados a cantar alguns dos maiores êxitos da música nacional. "Vamos receber ainda duas bandas portuguesas", anunciou Sílvia Alberto.
Fonte: DN

Concorrentes da "Operação Triunfo" beijam-se no final da actuação

Um beijo romântico selou o final do dueto entre Ana Luísa e Filipe, os dois nomeados na "Operação Triunfo" (OT). A concorrente acabou por ser escolhida pelos espectadores para abandonar o programa da RTP1. Ana Luísa e Filipe estiveram, sábado, na corda bamba. Os dois finalistas da "Operação Triunfo", nomeados uma semana antes pelo júri do concurso musical, cantaram a solo e em dueto na gala transmitida em directo, e que decidiu qual dos dois escapou à expulsão. E o elo mais fraco da dupla foi Ana Luísa, que teve de abandonar a escola com 24% dos votos (contra os 76% de Filipe). Porém, a rapariga de Vila Nova de Gaia não saiu sem um "presente": um beijo "romântico" do colega e amigo. Quando terminaram a actuação em conjunto, a última da gala, Ana Luísa e Filipe aproximaram os rostos e beijaram-se. Um "encontro" fugaz que, apesar de se ter dado no momento em que luzes do estúdio se apagaram, não escapou aos olhares mais atentos. "Não existe nada entre nós", disse mais tarde a ex-concorrente, de 17 anos. O beijo, que levou ao delírio o público presente em estúdio, fez apenas parte da encenação. "Eu e o Filipe temos uma amizade muito forte e achámos que, se calhar, até compensava (em termos de actuação) fazer isso", adiantou. Uma ideia sugerida pelos "irmãos", como lhes chama, de cantorias. "O pessoal aqui (na escola) virou-se para nós e disse que devíamos dar um beijinho no fim da música, porque ficava mesmo romântico. E até diziam que íamos aparecer nas revistas...", admitiu Ana Luísa, entre risos.
Fonte: JN

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

As músicas de amanhã de "Operação Triunfo"

Todos os concorrentes da "Operação Triunfo" (OT) vão actuar em dueto no próximo sábado, dia 20, na 3ª gala do concurso de talentos da RTP1. Ana Luísa, Bruno Correia, Bruno Gomes, Diogo, Filipe, Isaura, João Pedro, Jorge, Lia e Rita receberam com entusiasmo a novidade anunciada por Paula Oliveira, professora e directora da escola da OT. Ana Luísa e Filipe, os dois concorrentes em risco de eliminação, serão os únicos que, também, irão cantar a solo. Ela subirá ao palco para interpretar o tema "Eu sei", de Sara Tavares, e ele irá cantar "Angel", de Robbie Williams. Os dois candidatos à expulsão irão ainda mostrar o que valem ao interpretarem em conjunto o tema "Broken Strings", de James Morisson e Nelly Furtado. Os restantes finalistas vão dar o melhor nos seguintes temas: Bruno Correia e Isaura cantam "Use somebody", de Kings of Leon; Bruno Gomes e Diogo ficam com "Viva la vida", de Coldplay; Lia e Jorge interpretam "It's my life", de Bon Jovi; e João e Rita subirão ao palco para cantar uma música de Michael Jackson, "The way you make me feel". A exemplo das primeiras duas galas, também a emissão em directo do próximo sábado tem início com um tema interpretado em conjunto por todos os finalistas. Esta semana, os dez concorrentes irão encontrar-se no palco da OT com o tema "Meet me halfway", dos Black Eyed Peas.
Fonte: Sapo

terça-feira, 16 de novembro de 2010

"Operação Triunfo" ao rubro

As emoções estiveram ao rubro na 2ª gala da "Operação Triunfo" (OT), transmitida em directo pela RTP na noite do último sábado. Com dois concorrentes na lista de candidatos à saída (Isilda e Jorge), a fava saiu à jovem de Braga, de 16 anos, que teve de abandonar a escola mais famosa do país. "Não saio triste porque sinto que consegui levar para o palco todo o trabalho que fiz esta semana", comentou Isilda, que continua empenhada em perseguir o sonho de fazer carreira no fado. Em confronto com Isilda, Jorge, de 33 anos, mereceu a maioria dos votos do público e continuará em jogo. Na lista de dispensas estão agora Filipe e Ana Luísa. Ambos irão sujeitar-se ao juízo do público e um deles terá mesmo de sair na próxima gala. Ana Luísa, estudante de Vila Nova de Gaia, não conseguiu esconder a emoção: "Não estava à espera de ser nomeada", confessou, no final, aos jornalistas. Ao contrário, Filipe, concorrente da ilha da Madeira, pareceu conformado: "Acho que a escolha foi correcta porque preciso, realmente, de trabalhar mais a expressão corporal. Vou dar a máxima atenção a esse aspecto esta semana", garantiu. Sílvia Alberto também não escapou às emoções dos jovens finalistas, com quem tem vindo a criar laços de amizade: "Foi um programa impróprio para cardíacos", concluiu a apresentadora na noite do adeus a Isilda.
Fonte: Sapo

Isilda abandonou a "Operação Triunfo"

Isilda despediu-se sábado da "Operação Triunfo" (OT), depois de ter estado nomeada ao lado de Jorge durante a semana passada. "Os votos foram deliberação do público, não vou julgar ninguém pelo que fez, cada pessoa tem o seu estilo. O que eu acredito neste programa é que vai ganhar o melhor", disse a concorrente no final do programa da RTP. Sem lágrimas e optimista quanto ao futuro, Isilda garante que vai tirar partido de tudo o que aprendeu nestas semanas na escola da OT. "Vou fazer o que já fazia. Adoro ir a bares de fado, ou bares pequenos cheios de gente e cantar fado. É o que eu amo. Mesmo que não cante fado, canto outro estilo de música porque eu gosto é de cantar", assegurou a ex-concorrente que veio de Braga à procura de um sonho. Mesmo deixando este sonho para trás, Isilda deseja "a melhor sorte para todos os concorrentes e principalmente para os que foram nomeados": Ana Luísa e Filipe. "Aconselho-os a fazer o mesmo que eu, trabalhar muito e mostrar que estão de corpo e al-ma nas aulas. Para os professores verem que há ali esforço e dedicação. Depois vou-lhes dizer para nunca desistirem, nunca se desiste de um sonho", completou. Sílvia Alberto, apresentadora do programa dos sábados à noite da RTP1, não esconde que lhe custou ver sair a concorrente. E explica porquê: "Esta gala é imprópria para cardíacos. Sei que é estranho para o público toda esta emotividade, mas nós já estamos juntos desde a fase de castings. Foi difícil para mim ter de me despedir da Isilda e depois ter de alinhar todos os outros concorrentes para o júri voltar a nomear. Tomo as dores deles, ainda por cima vou visitá-los à escola e acho-os todos muito engraçados. É um grupo coeso", referiu. No final da gala, Jorge falou aos jornalistas e enquanto lia as mensagens de apoio que recebeu dos amigos, confessou que acreditou que ia continuar na escola. "Tinha esperanças de ficar, até porque durante a semana não alimentei o facto de ser nomeado porque sabia que isso me ia pôr para baixo. Levei a coisa pela desportiva. Queria agradecer muito às pessoas, que em tempo de cri-se gastam dinheiro nas chamadas", disse o concorrente de Portel. Para a semana vão a votos Ana Luísa e Filipe e as lágrimas não faltaram depois do programa. "Prometo que vou mostrar o melhor de mim", garantiu Ana Luísa.
Fonte: DN

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

A escola e as músicas desta semana de "Operação Triunfo"

Na escola da "Operação Triunfo" (OT), a fasquia está alta mas ninguém parece disposto a ficar pelo caminho. A primeira semana de aulas decorreu num ritmo intenso e os 11 finalistas dão o máximo para triunfar no concurso de talentos da RTP. Este sábado dia 13, o público vai ditar a primeira expulsão e caberá ao júri nomear mais dois candidatos à saída. Porém, o peso da responsabilidade não apaga a euforia de quem também deu tudo para chegar até aqui. "Superou todas as expectativas", garantem os concorrentes que fizeram inúmeros sacrifícios para entrar na escola mais famosa do país. Bruno Correia, de 33 anos, é um dos exemplos de perseverança. Vendeu o carro, despediu-se do emprego e partiu à conquista do sonho de ser músico. Está na final, integrando aquele que é considerado o grupo mais forte de todas as quatro edições do concurso. "Nesta OT, todos os miúdos já têm capacidades musicais desenvolvidas e uma impressão digital muito forte", declara Paula Oliveira, directora da escola e professora de canto. Daí que, nesta edição, tal como na vida, irá triunfar quem melhor souber trabalhar. "Já vi muita gente com talento ficar pelo caminho. O segredo é trabalho, trabalho, trabalho", conclui Paula Oliveira.
As músicas da próxima gala já foram divulgadas:
Ana Luísa, "Sweet Dreams", de Beyoncé;
Bruno Correia, "You Are Not Alone", de Michael Jackson;
Bruno Gomes, "Crazy", dos Aerosmith;
Diogo, "Fire With Fire", dos Scissor Sisters;
Filipe, "Can you feel the love tonight", de Elton John;
Isaura, "The story", de Brandi Carlile;
Isilda, "Hurt", de Christina Aguillera;
João, "Everlasting love", de Jamie Cullum;
Jorge, "Cavaleiro andante", de Rui Veloso;
Lia, "Vogue", de Madonna;
Rita, "Sunrise", de Norah Jones.
A Isilda e o Jorge, por estarem nomeados, vão ainda fazer um dueto: "One", de Mary J. Blige e Bono. O espectáculo começa com um tema interpretado em conjunto por todos os concorrentes: "Mercy", de Duffy.
Fonte: Sapo

Sílvia Alberto escolhe músicas para rádio online

A edição deste ano da "Operação Triunfo" (OT) não está disponível apenas no pequeno ecrã. As músicas que passam pelas galas do talent show da RTP1 podem ser ouvidas a qualquer momento através de uma web radio. "Estamos a apostar forte em novas plataformas. Além das músicas que se cantam nas galas e do alinhamento desta serem revelados online, tanto na página do Facebook como no site da RTP, lançámos esta semana uma rádio online, disponível em rtp.pt/radioot", explicou Sílvia Alberto durante a apresentação à imprensa da escola onde os concorrentes têm aulas. Uma rádio que vai crescendo todas as semanas, uma vez que, além das músicas cantadas pelos concorrentes, incluirá ainda selecções pessoais de figuras ligadas à OT. "Nesta primeira semana, e a pedido da RTP, a rádio conta com uma escolha musical minha de 15 temas. Para as outras semanas, professores e jurados também serão alvos da Rádio OT ao escolherem as suas canções", revelou a apresentadora. Vermelhos vivos, azuis fortes e roxos berrantes. São estas as cores dominantes nas instalações da escola da OT, numa cave de um edifício junto à Avenida da Liberdade, em Lisboa. Aqui, os alunos têm à sua disposição quatro salas de aulas: três reservadas aos estudos com os professores de canto e técnica vocal, Kiko e Ana Ester Neves, e uma quarta sala, onde Paula Oliveira, coordenadora da escola e professora de canto, ouve e ensina os concorrentes. Mas a escola não é feita apenas de música. Além de um ginásio, onde um personal trainer ajuda os concorrentes a relaxar três vezes por semana, a escola da OT conta ainda com um espaço de convívio. "É aqui que eles dormem, comem, conversam uns com os outros, consultam a Net...", concluiu a apresentadora.
Fonte: DN

terça-feira, 9 de novembro de 2010

"Operação Triunfo" regressou à RTP1

Depois dos castings, a "Operação Triunfo" chegou à fase das galas com 15 concorrentes finais. O primeiro programa, com apresentação de Sílvia Alberto, estreou no sábado, 6 de Novembro, com 7.8% de audiência média e 23.9% de share. A "Operação Triunfo" representou 19.1% da audiência da RTP1 nesse dia. A estação pública alcançou 24.6% de share no dia, dos quais 4.1 pontos de share provêm da transmissão deste programa.
Fonte: Mediamonitor

Sílvia Alberto brilhou na gala da "Operação Triunfo"

Júri e público seleccionaram no passado domingo os 11 alunos que vão entrar na escola mais famosa do país. São eles: Ana Luísa, Bruno Correia, Bruno Gomes, Diogo, Filipe, Isaura, Isilda, João Pedro, Jorge, Lia e Rita. Na gala transmitida em directo pela RTP e apresentada por Sílvia Alberto estavam em confronto 15 candidatos. Usando os seus privilégios, o júri escolheu nove finalistas com entrada directa para a escola. Os restantes seis foram submetidos à votação do público, que salvou dois deles através do televoto. Isilda e Jorge foram os mais votados pelos telespectadores e asseguraram, por esta via, a entrada na escola da OT. Os dois concorrentes têm toda esta semana para mostrar o que valem e, no próximo sábado, o público expulsará um deles. Nesse mesmo dia, os jurados Rui Massena, Sandra Faria e Rui Baeta irão nomear os próximos dois candidatos à eliminação. Até sexta-feira, o humorista Pedro Fernandes irá dar a conhecer, via RTP, tudo o que se passa na escola da OT, em curtos e divertidos blocos noticiosos. Paula Oliveira, directora da escola, Ruben Alves (piano), Kiko (canto), Ana Ester (técnica vocal), Marco de Camillis (dança e coreografia) e um personal trainer são os professores e prometem puxar ao máximo pelos alunos.
Fonte: Sapo

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Primeira gala de "Operação Triunfo"

Numa emissão apresentada em directo por Sílvia Alberto, júri e público seleccionaram na noite deste sábado os 11 finalistas da "Operação Triunfo 2010", o concurso caça-talentos da RTP. "É o grupo mais forte que alguma vez chegou a uma final da "Operação Triunfo", garantiram os jurados Rui Massena, Sandra Faria e Rui Baeta. Os finalistas (Ana Luísa, Bruno Correia, Bruno Gomes, Diogo, Filipe, Isaura, Isilda, João Pedro, Jorge, Lia e Rita) possuem "vozes pouco convencionais" e nos bastidores do programa ninguém se atreve a apontar favoritos. Chegaram à primeira gala transmitida em directo pela RTP, a partir dos estúdios da Endemol, 15 magníficos seleccionados de um lote de 5 mil candidatos inscritos à edição 2010 da "Operação Triunfo". No programa de sábado, o júri escolheu nove finalistas com entrada directa para a escola. Os restantes seis concorrentes foram submetidos à votação do público, que foi convidado a escolher os dois últimos alunos através de televoto. Isilda e Jorge foram os mais votados e terão toda esta semana para mostrar o que valem. Na gala do próximo sábado, o público eliminará um deles. E no mesmo dia, Rui Massena, Sandra Faria e Rui Baeta irão nomear mais dois candidatos à expulsão. De terça a sexta feira, o humorista Pedro Fernandes irá dar a conhecer ao público tudo o que se passa na escola da "Operação Triunfo", em curtos e divertidos blocos noticiosos a transmitir na RTP. Paula Oliveira, directora da escola, Ruben Alves (piano), Kiko (canto), Ana Ester (técnica vocal), Marco de Camillis (dança e coreografia) e um personal trainer serão os professores da OT e prometem fazer suar as estopinhas aos concorrentes.
Fonte: Sapo Fama

sábado, 6 de novembro de 2010

"Operação Triunfo" com três novos professores

Para além de anunciar a participação de Pedro Fernandes na quarta temporada de "Operação Triunfo", a uma revista desta semana informa que o talent show da RTP1 irá contar com mais três professores. São eles: Kiko, que irá auxiliar a directora da escola, Paula Oliveira, na preparação dos finalistas para as galas de sábado à noite, Ana Ester Neves, com o objectivo de ajudar os concorrentes de "Operação Triunfo" ao nível da técnica vocal e, ainda, Marco de Camillis, encarregue das aulas de dança e coreografias.
Fonte: TV Universo

Pedro Fernandes repórter de "Operação Triunfo"

Um dos apresentadores de "5 Para a Meia Noite" vai fazer uma participação na quarta temporada de "Operação Triunfo". Com o objectivo de acompanhar o dia a dia dos concorrentes da escola de talentos da estação pública, Pedro Fernandes promete que não se vai ficar pelo básico. "Vou estar a acompanhar o dia a dia na escola, que depois será apresentado aos sábados, nas galas, mas não me vou centrar apenas no básico. Quero focar-me na criação de situações engraçadas que, de preferência, envolvam os alunos", explicou. Apesar de entrar em funções apenas a partir da próxima segunda-feira, o humorista já está ansioso. Uma vez que o convite não era esperado, Pedro Fernandes considera-o ainda mais aliciante. "Fiquei admirado porque foge um pouco ao humor, que é onde eu estou habituado a trabalhar em televisão. Por isso, não aceitei de imediato, porque questionei se me enquadraria bem, e depois conclui que, se me mantiver fiel a mim próprio, isto só pode ser benéfico, tanto para a "Operação Triunfo", como para mim", confessou. Desta experiência, Pedro Fernandes pretende apenas "aprender alguma coisa", de modo a enriquecer a sua carreira.
Fonte: TV Universo

"Operação Triunfo" começa hoje a sério

São 15 e a partir desta noite vão "para o palco". Falamos, pois, dos protagonistas da quarta edição de "Operação Triunfo" da RTP. Na sua maioria, não se tratam de novatos, transportando uma bagagem musical que, segundo Tozé Brito, "pode abrir outras perspectivas". "É um disparate pensar que basta ser-se um bom intérprete para singrar no mercado. Há muito boas vozes no nosso país, e nem por isso conseguem sedimentar uma carreira na área". Quem o diz é Tozé Brito, figura incontornável da indústria musical portuguesa e que vê com bons olhos o facto de os concorrentes desta OT terem um historial de formação. Tozé Brito não aponta grandes diferenças aos formatos do género. "Quer o "Ídolos", quer a "Operação Triunfo" têm o mesmo objectivo de encontrar novos talentos". No entanto lembra: "Cantam bem, ganham, mas não acontece nada, salvo raras excepções", recuperando os casos de Sara Tavares e de João Pedro Pais que sobressaíram em virtude da sua participação no "Chuva de Estrelas". Interrogado acerca de quais motivos com que se prende este fenómeno, o músico responde que não tem tanto a ver com falta de suporte à "posteriori" por parte dos formatos caça-talentos, antes com a "a falta de repertórios". E prossegue na justificação para a falta de óleo nesta máquina: "O negócio das canções em Portugal não está saudável há muito. Escasseiam cantigas originais de que as pessoas se recordem. Assistimos a karaoke no ecrã e ninguém vai comprar discos só porque uma boa voz interpreta uma música conhecida", frisando que nos últimos cinco anos houve uma quebra de vendas de álbuns na ordem dos 70%, que não é alheia à facilidade de downloads gratuitos na Internet. Os jovens "estão convencidos de que chega colocar um vídeo a cantar no YouTube, ou no Facebook para se tornarem vedetas, e tal é completamente ilusório". Os exemplos de Ana Free, ou Mia Rose, não passam, em seu entender, de gotas num oceano. "Tratam-se de excepções que apenas confirmam a regra", salienta. Portanto, Tozé Brito deposita nestes concorrentes, dotados de um know how e background mais sólidos, expectativas de "um hipotético futuro bem sucedido", atendendo ao facto de parte deles ser também instrumentista. "Têm, sem dúvida, melhores hipóteses para vingar", assinala. Agrada-lhe particularmente a estrutura de OT, se comparada à de "Ídolos", sobretudo, em função do acompanhamento que os concorrentes recebem na escola. "É muito mais vantajoso", diz. Por outro lado, ao constatar que a média de idades dos finalistas da OT é superior à dos do programa da SIC, o músico refere: "Joga a favor deles. Sendo mais velhos têm outro poder de encaixe para passar agora pelo crivo do júri e depois pelo do mercado".
Fonte: JN

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Galas da "Operação Triunfo" arrancam amanhã

Sílvia Alberto, 29 anos, regressa este sábado ao pequeno ecrã na condução da primeira gala da nova edição de "Operação Triunfo", na RTP1. Ao longo de 12 semanas, 15 concorrentes recebem formação com alguns dos melhores profissionais do País e disputam o título de melhor intérprete do formato. "Os concorrentes e os jurados reúnem as qualidades necessárias para garantir um grande espectáculo nas galas", assegura a apresentadora. Ana Luísa, de 16 anos, estudante; Bruno, 33, técnico de farmácia; Bruno, 25, desempregado; Carlos, 24, militar; Filipe, 17, estudante; Isaura, 21, estudante; Isilda, 16, estudante; João Pedro, 21, estudante; Jorge, 33, designer; Lia, 19, estudante; Mafalda, 23, manager; Maria, 18, estudante; Patrik, 16, estudante; Rita, 19, estudante, e Diogo, 18, estudante, são os concorrentes. Rui Baeta, Rui Massena e Sandra Faria formam o júri.
Fonte: CM

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Galas da "Operação Triunfo" começam sábado

Já estão escolhidos os 15 concorrentes que irão disputar o primeiro lugar da escola de talentos da RTP1. Ao longo de 12 semanas, os participantes terão oportunidade de receber formação prática e teórica com alguns dos melhores profissionais do país. Sílvia Alberto apresenta as galas da "Operação Triunfo", que começam já no próximo sábado, dia 6 de Novembro. Um espectáculo musical onde os concorrentes vão mostrar o repertório que ensaiaram durante toda a semana. Um júri especializado composto por Sandra Faria, Rui Baeta e Rui Massena vai avaliar as prestações, valorizando construtivamente o resultado de todo o trabalho semanal e a interpretação dos temas da gala.
Fonte: Sapo

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Quem passou pela "Operação Triunfo"

Sete anos passaram desde que a primeira "Operação Triunfo" (OT) chegou à RTP1. Sete anos e três edições que receberam aspirantes a cantores e viram nascer aspirantes a artistas. "A OT não é só uma escola de música mas também de expressão, de conseguir lidar com as câmaras", disse Vânia Fernandes. A jovem madeirense, uma das concorrentes que viram o seu talento reconhecido a nível nacional depois de ter vencido o concurso em 2007 - e de ter, no ano seguinte, representado Portugal no Eurofestival -, garantiu que "se não fosse a OT não teria a visibilidade" que tem hoje "como cantora e como pessoa". "O impacto que a OT teve na minha vida foi tremendo. A visibilidade geral que nos dão ajuda muito em termos profissionais. Claro que depois de o programa acabar é mais complicado. Eu quando entrei na OT já sabia muito bem que queria aprender, não queria fama", explicou Vânia. Também Rui Drummond, que na primeira edição ficou em sexto lugar, é dessa opinião. "Quando o programa termina, as pessoas pensam que temos logo de lançar um CD e não é bem assim. Isto da OT é só o começo, não é o fim. Não se pode pensar que se vai para um programa de televisão e depois já está, é só gravar", disse. Talvez por isso, "sorte" seja a palavra de ordem quando se fala em carreira após a participação na escola de música da RTP1. "A OT é um formato único e eu tive sorte com o convite para o festival. Aprendi coisas que não aprenderia noutro local. Os programas das outras estações não promovem tanto a parte musical como este, que visa ao desenvolvimento do cantor enquanto artista. Os outros apontam defeitos", atira. "De qualquer forma, é preciso ter noção de que a formação é para continuar depois de sairmos da OT." Ricardo Soler, segundo classificado na edição de 2007, concorda com a colega. "Foi a minha primeira formação musical e tive a sorte de as pessoas gostarem de me ouvir. Mas aproveitei a OT ao máximo e depois fiz-me à estrada. Hoje em dia não posso queixar-me, não me falta trabalho", adiantou. José Fragoso, director de Programas da RTP1, reconhece que "dar espaço e reconhecimento ao talento nacional numa área importante como a da música" é um dos objectivos da OT. "O programa tem uma componente de pedagogia. Olhamos para trás e vemos muito dos miúdos que chegaram aos nossos programas espalhados um pouco por todo o lado a fazerem o que gostam, que é cantar. Conseguiram-no por uma janela que a RTP lhes abriu e isso é um incentivo muito forte para fazer mais esta edição [que se estreia hoje à noite], sempre com a garantia de que esta marca não abandona as pessoas um dia depois de o concurso terminar." Além do incentivo referido por José Fragoso, a apresentadora Sílvia Alberto destaca a vertente pedagógica. "O lado académico da OT é a sua mais-valia. Estamos a falar de uma escola com professores que acompanham um grupo sistematicamente. Ser artista e ser cantor não passa exclusivamente por editar álbuns, passa também por, depois de uma experiência como esta, continuar a viver a música. Aliás, pedir mais num país como o nosso, e dada a conjuntura actual, já seria pedir muito", rematou a apresentadora.
Fonte: DN

"Operação Triunfo" "copia" "Ídolos"

O DN teve acesso ao modelo de inquérito que a Endemol apresentou a cada candidato na fase de selecção dos concorrentes do talent show que se iniciou na RTP1. "Temos de contar tudo. São quase 50 perguntas sobre a nossa vida familiar, gostos musicais, características físicas e intelectuais, redes sociais e até doenças", revelou ao nosso jornal uma jovem de Lisboa que concorreu ao programa, mas acabou por não ser seleccionada. O DN verificou que a maioria das 46 perguntas feitas pela Endemol aos candidatos são iguais às que a produtora Fremantle fez aos milhares de portugueses que quiseram participar no "Ídolos" ou "Jogo Duplo", dois programas por si produzidos, um para a SIC, outro para a RTP1. Algumas são mesmo iguais, ipsis verbis: "Tem talento para compor músicas?", "Qual o seu maior medo?", "Qual a coisa de que mais se orgulha na vida?" ou "Porque é que você seria um dos escolhidos? Convença-nos!" são algumas das perguntas decalcadas dos modelos de inquérito da Fremantle. Contactado, Frederico Ferreira de Almeida, presidente da Fremantle e da Associação de Produtores Independentes de Televisão (APITV), justifica o episódio com a rotatividade do mercado de trabalho na área da televisão. "As produtoras trabalham muito com free lancers e o que acontece é que há muitos profissionais que trabalham agora na OT que trabalharam connosco noutros programas como o "Ídolos", revelou. O responsável acrescenta que "é normal que cada profissional quando muda de empresa procure mostrar trabalho. Por outro lado, a produtora espera sempre que ele traga know how". O presidente da APITV desvaloriza o episódio em si, mas alerta as produtoras para esta realidade: "Na maior parte dos casos, os responsáveis das produtoras não se apercebem destes procedimentos, mas eles existem e nós devemos estar atentos." Frederico Ferreira de Almeida garante que "este não é o um caso isolado". "Acontece com regularidade", conclui.
Fonte: DN

"Operação Triunfo" arrancou com lógica de "Ídolos"

Volvidos três anos, a "Operação Triunfo" voltou à antena da RTP1, desta vez aos sábados. O regresso dá-se justamente quando "Ídolos" está no ar na SIC, aos domingos, naquela que também é a sua quarta edição. E os concursos nunca estiveram tão parecidos. A pergunta impõe-se: "Onde é que já vimos isto?". Então: "Operação Triunfo" passou, no horário nobre do canal do Estado, a contemplar os "cromos" das cantorias, exibindo as fases de castings do programa, imagem de marca pertencente a "Ídolos". Se este último procura seleccionar uma estrela pop, o da concorrência, não sendo tão hermético a nível de perfil, acaba por seguir uma linha análoga. Haverá, tal como vem sendo prescrito, um repórter de serviço a dar conta do que de mais palpitante se vai passando na escola. Pedro Fernandes, um dos elementos do gangue do "5 Para a Meia Noite", da RTP2, terá, pela primeira vez, a cargo a dita tarefa, estando previstas pequenas emissões diárias para os relatos. A SIC também teve reservado na sua grelha um espaço semelhante. Quanto às galas em directo, ambos sempre as tiveram, e o espectáculo proporcionado ao público, com uma ou outra diferença, não dista assim tanto entre os canais. Esta edição da OT tem como directora da escola a professora Paula Oliveira e enquanto membros do júri os peritos Sandra Faria, Rui Baeta e Rui Massena. Por outro lado, remontando ao ano de 2003, estreava na estação pública a "Operação Triunfo", e uns meses mais tarde, "Ídolos", na SIC. Assistimos, pois, agora ao inverso. Enquanto que a quarta fornada de emissões do concurso de Carnaxide está já a ser exibida aos domingos - para não falar da carta reality show, lançada de novo pela TVI - a faixa consignada para a OT passa a ser a dos sábados. Naturalmente que os formatos pautam uma evolução face às edições precursoras, caso dos jurados ou dos apresentadores. Também não deixa de ser curioso que Sílvia Alberto, quem co-apresentou "Ídolos", no início, com Pedro Granger (repórter de "Casa dos Segredos" de Queluz), seja a responsável pela condução da "Operação Triunfo" que começou por estar sob o comando de Catarina Furtado. Ao jogo deste "baralha e volta a dar", somam-se ingredientes que às papilas gustativas sabem a falta de originalidade.
Fonte: JN

terça-feira, 12 de outubro de 2010

"Operação Triunfo" arranca com castings

Arranca no sábado, dia 16, a quarta edição da "Operação Triunfo". Pela primeira vez, a RTP1 vai mostrar aos portugueses as melhores cenas das fases de apuramento, à semelhança do que fez a SIC no "Ídolos". Nos primeiros três programas da "Operação Triunfo" vão ser dados a conhecer os concorrentes apurados nos castings do Porto e Lisboa, além do casting final. "Pretendemos que as pessoas passem a conhecer um bocadinho mais o percurso e a vida dos concorrentes e, com isso, também fidelizar os espectadores", explica Mariana Roxo, da produtora Endemol. Depois, ao longo de três meses, tantos quantos vai durar o programa, mantém-se o formato original. Durante a semana os 15 concorrentes (número provisório) irão frequentar a escola de canto e de dança dirigida por Paula Oliveira, coadjuvada por Marco di Camilis. Todos os sábados à noite, a partir dos estúdios da Endemol, será transmitida em directo a gala semanal dirigida por Sílvia Alberto, em que os concorrentes irão mostrar os temas ensaiados ao longo da semana. A performance de cada um será avaliada "numa perspectiva construtiva" por um júri constituído por Rui Baeta, cantor lírico e professor de canto, Rui Massena, maestro, e Sandra Faria, directora geral da produtora UAU. Caberá ao público decidir qual o concorrente a sair em cada semana através de televoto. Pelo meio, o apresentador Pedro Fernandes dará a conhecer ao público os bastidores desta operação e o andamento dos ensaios, através de curtos e divertidos blocos noticiosos diários.
Fonte: Sapo