Mostrar mensagens com a etiqueta Príncipes do Nada. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Príncipes do Nada. Mostrar todas as mensagens

domingo, 13 de março de 2011

"Príncipes do Nada" chegou ao fim

Chegou ao fim no dia 1 de Março, terça-feira, mais uma temporada do programa conduzido por Catarina Furtado, "Príncipes do Nada". A segunda temporada, de 13 programas, emitida entre 9 de Novembro de 2010 e 1 de Março de 2011, registou 8.7% de audiência média e 20.8% de share. O melhor programa foi transmitido a 15 de Fevereiro com 10.8% de audiência média e 25% de share. "Príncipes do Nada" despediu-se a 1 de Março, terça-feira, com 9.4% de audiência média e 22.2% de share.
Fonte: Mediamonitor

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

"Príncipes do Nada" registou máximo da temporada

"Príncipes do Nada", transmitido na RTP1 a 15 de Fevereiro, terça-feira, registou máximo da segunda temporada, com 10.8% de audiência média e 25% de share. O programa conduzido por Catarina Furtado regista, na segunda temporada, 8.6% de audiência média e 20.7% de share. No que respeita ao melhor programa, este ocorreu na primeira temporada. Foi transmitido a 30 de Janeiro de 2007 e registou 11.6% de audiência média e 28.4% de share. A primeira temporada, composta por 13 episódios transmitidos entre 26 de Dezembro de 2005 e 20 de Março de 2007, alcançou 7.8% de audiência média e 19.6% de share.
Fonte: Mediamonitor

sábado, 13 de novembro de 2010

Catarina Furtado já estreou os novos documentários

No âmbito do seu projecto enquanto embaixadora de Boa Vontade das Nações Unidas, Catarina Furtado regressa à RTP com mais uma série de "Príncipes do Nada" e um novo episódio de "Dar Vida Sem Morrer". Documentários que são um reflexo do que tem feito em África e Timor. "Envolvo-me sempre. E choro, sim... às vezes faço um esforço para não chorar à frente das pessoas, mas é muito difícil", afirma Catarina, referindo-se às histórias a que assiste e que nem sempre têm um final feliz. Histórias que acaba por transportar para o seio familiar. "Claro que os meus filhos sentem o que faço, mas ainda são muito novos para perceber. Compro-lhes poucas coisas, mas a verdade é que são crianças abençoadas, estão sempre a receber, o que, por vezes, até me angustia. Quero que sejam cidadãos exemplares e solidários. Conto-lhes como vivem aqueles meninos e mostro-lhes fotos. E a minha enteada já vê os programas e percebe", adianta. Na apresentação dos documentários, na Maternidade Alfredo da Costa, em Lisboa, Catarina tinha no pulso um objecto muito especial. "Sempre que visito estes países tento trazer algo do artesanato local. Esta pulseira foi comprada em Timor, numa associação de mulheres vítimas de violência. Gosto da história forte que está por detrás de cada objecto que uso. Trazê-la hoje foi uma homenagem ao "Príncipes do Nada", explicou.
Fonte: Caras

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Catarina Furtado em dose dupla na RTP1

A RTP1 estreia, domingo, dia 7, às 21h30, o terceiro documentário de "Dar Vida Sem Morrer", apresentado por Catarina Furtado. Este trabalho resulta de um donativo de 500 mil euros oferecido pelos telespectadores da RTP (conseguido através do especial "Dança Comigo"), pela Cooperação Portuguesa e pelo Fundo das Nações Unidas para a População (UNFPA). Investimento este que tem como alvos Gabú e Mansoa. O bloco operatório em Gabú contribuiu para baixar os índices de mortalidade materna e neonatal. "Ainda há muito a fazer, mas esta é a prova de como o dinheiro doado está a ser bem gerido e aplicado. Dou a minha palavra de que as coisas acontecem", diz Catarina Furtado. Este projecto incentivou a Cooperação a investir mais 450 mil euros em Bafatá, uma iniciativa que será mostrada neste documentário. Comparando realidades, Catarina confessa que se emociona: "Faço um esforço gigantesco para não chorar frente à câmara e frente àquelas pessoas que não entenderiam sequer. Quem nunca teve nada não sabe, não compara". Ainda na RTP1, terça-feira, dia 9, Catarina mostra o trabalho dos voluntários em "Príncipes do Nada".
Fonte: CM

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

"Príncipes do Nada" estreia dia 9 na RTP1

"Os nossos sofrimentos são pequenos quando comparados com outros. Numa altura em que há uma evidente crise financeira, há que relativizar o sofrimento para que não se fechem os olhos aos outros." A frase é de Catarina Furtado, embaixadora da Boa Vontade das Nações Unidas há dez anos, e que volta a abrir os olhos aos outros a partir de terça na RTP1, com a estreia da segunda temporada de "Príncipes do Nada". Três anos depois da primeira edição, Catarina diz-se diferente. "Mais consciente, por um lado, menos sonhadora, por outro. E mais empreendedora, mais descentralizada e com muito mais energia, até porque tenho um gráfico e prioridades muito mais definido na minha cabeça", conta. A segunda temporada de "Príncipes do Nada" apresenta 13 programas com "duas a três histórias por semana", que a sua autora define como "histórias reais de sobrevivência, que mostram o trabalho dos voluntários, de organizações não governamentais e organizações regliosas". Moçambique, Cabo Verde, Guiné, São Tomé e Príncipe e Timor são os cinco territórios por onde Catarina Furtado passou. Por todos conheceu "situações degradantes" e "exemplos de coragem e de vida". "É muito constrangedor pensar que há pessoas que sobrevivem sem casa de banho, sem água potável, que não têm comida e que, por isso, comem folhas", enumera Catarina Furtado. A embaixadora da ONU agradece à RTP o apoio que lhe tem dado e a oportunidade de levar estas histórias à antena. "O que mais me comove é a facilidade com que se morre. Ainda por cima porque aquelas causas de morte são todas evitáveis." Ao longo do último ano, Catarina Furtado conseguiu conciliar a apresentação de programas de entretenimento na RTP com as viagens, as gravações e os depoimentos que trouxe dos países por onde passou. Agora, há que passar as emoções que viveu no terreno ao papel (é ela que escreve o que diz no programa) e a 25 minutos de emissão semanal. Apesar da dificuldade que a leva a intensas batalhas interiores, Catarina não hesita sobre as suas preferências. "Gosto muito de fazer entretenimento, funciona como escape, mas é ali no Príncipes do Nada que me encontro totalmente inteira. Enquanto cidadã consciente dos seus direitos e deveres; enquanto mãe, porque vejo coisas incríveis; e enquanto mulher, porque percebo que o que as mulheres sofrem no mundo é inqualificável", explica. Consciente da urgência de cumprir os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio até 2015, Catarina Furtado sabe que há ainda muito para fazer. "Para esta segunda série, voltei a alguns sítios onde tinha estado há três/quatro anos. Notei que houve alguns avanços, por exemplo, ao nível da escolarização. Mas há ainda tanto para fazer. Tanto, tanto", enfatiza a apresentadora que, quando regressa a casa, não consegue libertar da pele os cheiros a dor e sofrimento. "Quando chego a casa, vejo as minhas crianças e penso na sorte que elas têm. E é por isso que lhes tento incutir esses valores, essa preocupação permanente. É fundamental não fecharmos os olhos aos outros", conclui.
Fonte: DN

Catarina Furtado em versão solidária a duplicar

É um dos rostos mais emblemáticos da televisão lusa, canalizando essa mais valia como veículo para metas humanitárias. A RTP1 estreia dia 7 "Dar Vida Sem Morrer" e dia 9 a segunda série de "Príncipes do Nada", partes visíveis do projecto maior de Catarina Furtado.Embaixadora da Boa Vontade do Fundo das Nações Unidas para a População, missão que faz incidir com particular ênfase na saúde materno-infantil, a apresentadora portuguesa investe uma avantajada fatia do seu tempo nas causas pelas quais dá a cara. Horas ganhas, e nunca perdidas, como Catarina Furtado faz questão de sublinhar a cada oportunidade e que, uma vez mais, terão espaço privilegiado na grelha do canal do Estado. "Dar Vida Sem Morrer", documentário sobre a Guiné, inaugura-se já no próximo domingo, em horário nobre. A continuidade que já tinha assegurado vir a dar a "Príncipes do Nada" arranca, também na antena da RTP1 na terça-feira, perfazendo um total de 13 emissões que irão para o ar semanalmente. Ora, o exemplo de Catarina, será talvez dos mais paradigmáticos por cá no que toca a fazer valer-se da sua condição de figura pública para sensibilizar as pessoas no auxílio aos mais necessitados. No entanto, não podemos olvidar o papel que a fadista Mariza, ou o jogador de futebol Luís Figo têm vindo a desempenhar na mesma senda. E se olharmos para além-fronteiras, então, são mais do que muitas as celebridades que se dedicam a objectivos altruístas pelo mundo fora, sem, à partida, daí retirarem vantagem que não a de ajudar. A actriz Angelina Jolie faz um trabalho notável a este nível, bem como o seu colega de profissão, Sean Penn, ou o líder da lendária banda U2, Bono Vox, apenas para enumerar alguns. A lista é longa. Aliás, quase que interminável. Raro é o famoso que, hoje em dia, não está comprometido com uma ONG (Organização Não Governamental), o que suscita alguma desconfiança face a uma hipotética manobra de autopromoção. Os britânicos até já adoptaram uma designação para rotular este engagement: celebrity diplomacy. Porém, certo é que, tal como a estrela portuguesa, há uma franja que não se limita a evocar o dom da palavra para o efeito, deslocando-se antes ao terreno para intervir. Não têm, pois, pruridos em sujar as mãos.
Fonte: JN

segunda-feira, 13 de julho de 2009

RTP prepara segunda série de "Príncipes do Nada"

Catarina Furtado partiu este domingo para Timor para gravar mais episódios da série documental "Príncipes do Nada". Estreada em 2006, a série descreve o trabalho de voluntários portugueses e das Organizações Não Governamentais (ONG) que integram em vários pontos do Globo. A RTP ainda não tem data de estreia prevista para os novos episódios cuja produção é assinada pela Até ao Fim do Mundo.