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quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Polémica no "Prós e Contras"

O candidato a bastonário da Ordem dos Advogados Fernando Fragoso Marques, que esteve segunda feira no "Prós e Contras", não gostou de que a RTP tenha trocado a sua imagem com a do advogado António Cabrita. O vídeo introdutório identificou cada um dos candidatos a bastonário da Ordem dos Advogados (com eleições em 26 de Novembro): Marinho Pinto, Luís Filipe Carvalho e Fernando Fragoso Marques. No início do debate, após uma troca de palavras mais acesa com Marinho Pinto, Fragoso Marques não aguentou: "A minha luta é que é desigual. Até no vídeo não aparece o meu rosto, mas o de outra pessoa, com o meu nome. Mas o do colega [Marinho Pinto] aparece bem", disse o candidato. "Já lhe pedi desculpa, foi um erro de edição", justificou Fátima Campos Ferreira. Mas o advogado continuou: "Sim, mas isso não deixou de acontecer".
Fonte: CM

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

"Prós e Contras" registou melhor resultado do ano

"Prós e Contras" voltou de férias, numa emissão dedicada à sentença do Caso Casa Pia, no dia 6 de Setembro, segunda-feira, na RTP1. Esta emissão, que obteve 7.3% de audiência média e 27.4% de share, foi vista por um total de 2.363.600 espectadores, que viram em média mais de 38 minutos do debate, o que equivale a 29% da duração total. A sentença do Caso Casa Pia só foi superada pelas emissões dedicadas ao Caso Maddie, transmitidas a 14 de Maio de 2007 (8.8% de audiência média e 31.7% de share) e 10 de Setembro desse mesmo ano (8.6% de audiência média e 30.5% de share).
Fonte: Mediamonitor

quarta-feira, 30 de junho de 2010

CDS acusa RTP1 de descriminação no "Prós e Contras"

O CDS-PP acusou esta quarta-feira a RTP de "censura" por não ter convidado o partido para o "Prós e Contras" sobre as SCUT, tendo pedido explicações à administração, mas a direcção de Informação nega qualquer discriminação. O protesto visa obter do conselho de administração "uma explicação urgente sobre a exclusão do CDS sem qualquer critério editorial nem explicação ao público, do programa "Prós e Contras" sobre as SCUT". O programa, transmitido na segunda-feira, contou com a presença de representantes do Governo, do PSD, do BE e do PCP mas "excluiu deliberada, intencional e sectariamente o CDS", acusa a comissão directiva acrescentando considerar que isso "conforma um acto de censura". A questão, acrescenta o CDS num comunicado divulgado esta quarta-feira, "é de tal gravidade que se pode colocar num plano institucional, ao mais alto nível da televisão do Estado". Caso não obtenha "uma explicação pública por parte da RTP", o partido considerará que a estação aceita "práticas censórias" e que, portanto, a administração "não está à altura das suas responsabilidades", pedindo, por isso, a demissão do conselho, avisa no mesmo comunicado. Contactado pela Lusa, o director de Informação da estação pública rejeita qualquer "intenção de censurar" o CDS e lembra que as decisões sobre conteúdos noticiosos são da responsabilidade exclusiva da direção de Informação. "O conselho de administração não tem rigorosamente nada a ver com conteúdos noticiosos. É a direcção de Informação que toma essas decisões", afirmou José Alberto de Carvalho. Lembrando que "o "Prós e Contras" não é um programa de representação parlamentar", o director justificou a decisão de não convidar o CDS com o facto de já ter dois partidos a favor e dois partidos contra o pagamento de portagens naquelas autoestradas. Além disso, acrescentou, "o CDS já esteve em programas onde não estavam outros partidos e nunca ninguém invocou esses fantasmas da censura".
Fonte: JN

segunda-feira, 19 de abril de 2010

"Prós e Contras" debate efeitos das cinzas vulcânicas

O programa de debate da RTP aborda nesta segunda feira as consequências da catástrofe natural, ocorrida na Islândia, na economia europeia. "O vulcão acordou e o Mundo paralisa", refere a produção, para anunciar o próximo "Prós e Contras". "Cinzas na Economia" foi o nome escolhido para esta edição. Como habitualmente, o formato será conduzido por Fátima Campos Ferreira.
Fonte: JN

sábado, 6 de março de 2010

"Prós e Contras" debate PEC

Fátima Campos Ferreira convida personalidades da vida pública para discutir o Programa de Estabilidade e Crescimento. O que vai mudar no país? Qual será a estratégia para reduzir o défice público? Perguntas que estarão em discussão na segunda-feira no programa "Prós e Contras", com moderação de Fátima Campos Ferreira, numa altura em que se aproxima o Programa de Estabilidade e Crescimento.
Fonte: DN

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Um ano de acusações de controlo pelo Governo

Casos que vão marcar o próximo ano também, já que estão todos a ser investigados ou, pelo menos, monitorizados pelo organismo regulador dos media. Um dos mais falados começou em Abril e foi protagonizado pelo primeiro-ministro e pela jornalista Manuela Moura Guedes. Agastado com aquilo que considerava uma linha editorial antagonista do Governo, Sócrates criticou o "Jornal Nacional 6ª", apresentado por Manuela Moura Guedes, chamando-lhe um jornal "travestido". O caso levou a jornalista a interpor um processo contra o primeiro-ministro, mas sobretudo aumentou a visibilidade do confronto. Poucos meses depois Sócrates era acusado de usar a sua influência para suspender o Jornal da TVI. O segundo episódio aconteceu em Junho quando se soube que a Portugal Telecom estava interessada em comprar parte da Media Capital, dona da TVI. Negócio que chamou a atenção porque o Estado mantém uma golden share na PT. Levantadas dúvidas, o Presidente da República pediu explicações e os partidos acusaram o negócio de ser uma forma encapotada de o Governo mudar a linha editorial da TVI. Perante isto, o primeiro-ministro resolveu opor-se ao negócio e a PT acabou por se afastar do negócio da Media Capital, tendo, entretanto, a Ongoing apresentado o seu interesse. Pouco tempo depois, um novo episódio levantou novas dúvidas e protestos. No dia 3 de Setembro, uma quinta-feira, a administração da Media Capital - dona da TVI - anunciou que o "Jornal Nacional" do dia seguinte, sexta-feira - habitualmente apresentado por Manuela Moura Guedes e criticado em Abril por Sócrates - ia ser suspenso. Segundo Manuela Moura Guedes, o noticiário que iria para o ar no dia seguinte incluía novos dados sobre o caso Freeport. Consequências: a direcção do canal demitiu-se, a redacção repudiou o "atentado à liberdade de imprensa", o antigo director-geral da TVI, José Eduardo Moniz, falou em "escândalo", os partidos políticos em "censura" e o presidente da ERC qualificou o caso como "absolutamente inaceitável". Em Novembro passado e apesar de Sócrates negar sempre que tivesse conhecimento do negócio PT/Media Capital, o jornal Sol afirmou que as escutas do processo Face Oculta "provam que o primeiro-ministro faltou deliberadamente à verdade", dando origem à abertura de um processo pela Entidade Reguladora para a Comunicação Social, que ainda está a decorrer. Ao mesmo tempo, o organismo regulador abriu um outro processo sobre outra alegada interferência do Governo na comunicação social divulgada pelo director do Sol num artigo publicado pela revista Sábado. A ERC abriu ainda uma investigação ao cumprimento das regras relativas à publicidade do Estado depois de a Sábado ter garantido que havia discriminação por parte do Governo e organismos públicos na distribuição de publicidade a jornais nacionais. Um outro caso marcou ainda o ano. Na sequência da divulgação do relatório anual da ERC sobre o pluralismo político-partidário na RTP, o PSD acusou a televisão pública de estar a ser instrumentalizada pelo Governo e pelo PS e de prosseguir há três anos uma "estratégia de silenciamento" do Partido Social Democrata nos seus noticiários. Embora o ministro dos Assuntos Parlamentares tenha assegurado que o Governo não interfere na informação do serviço público de rádio e televisão, o caso ainda é lembrado por vários partidos, nomeadamente em diversas queixas apresentadas ao regulador contra sobretudo o programa "Prós e Contras".

terça-feira, 10 de novembro de 2009

PCP também faz queixa à ERC do "Prós e Contras"

O PCP vai apresentar uma queixa à Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) e solicitar um encontro com a direcção de informação da RTP por não ter sido convidado para o programa "Prós e Contras" de segunda-feira. Para o partido, a exclusão do PCP do debate dedicado ao tema "Prioridades da Governação" constitui uma atitude de discriminação e silenciamento das posições do PCP incompatível com as obrigações de pluralismo e isenção" a que a estação pública está obrigada, lembrando que estiveram presentes representantes do PS, PSD e BE. "O PCP perante a gravidade desta atitude de discriminação por parte da RTP, para além da queixa entregue à Entidade Reguladora para a Comunicação Social para que proceda em conformidade, vai solicitar um encontro com a Direcção de Informação da RTP", salienta o partido, em comunicado hoje divulgado. Os comunistas consideram a exclusão "tanto mais grave" por a RTP ter obrigações de serviço público, sublinhando o partido fez várias contacts junto da estação pública antes da realização do programa. "Se dias antes tínhamos assistido através dos principais órgãos de comunicação social a uma discussão viva na Assembleia da República sobre o programa de Governo, na noite de ontem, a RTP deu uma mão ao Governo PS colocando a seu lado - sem qualquer explicação possível - o presidente da AICEP", acusa ainda o PCP. No domingo, também o CDS-PP já tinha anunciado a apresentação de uma queixa à Entidade Reguladora para a Comunicação Social contra a RTP pela não participação do partido no "Prós e Contras" de segunda-feira. Tanto domingo como hoje, a Lusa tentou obter um comentário junto da RTP, mas tal não foi possível até ao momento.

CDS PP queixa-se do "Prós e Contras" à ERC

O CDS-PP vai apresentar uma queixa à ERC contra a RTP por não ter sido convidado a participar no programa "Prós e Contras" desta segunda feira, dedicado ao programa do Governo. Pedro Mota Soares, líder parlamentar democrata cristão, citado pela agência Lusa, revelou que na emissão participaram representantes do Governo, do PSD e do Bloco de Esquerda, contestando o que disse ser o "silenciamento sistemático" do seu partido. O dirigente considerou "muito estranho" que num debate relativo ao programa do Governo "seja silenciado o terceiro partido, o que mais cresceu ns eleições e o que a generalidade dos analistas considerou ter liderado o debate entre a Oposição", durante a discussão das propostas do Executivo no Parlamento. "A RTP é uma televisão do serviço público, paga com o dinheiro de todos os contribuintes, e está obrigada a regras de pluralismo face a todas as forças políticas", disse Pedro Mota Soares. Esta não é a primeira queixa do partido à Reguladora a propósido de "Prós e Contras". Em Março, o CDS-PP entregou outra reclamação por não ter sido convidado para a emissão do programa conduzido por Fátima Campos Ferreira sobre o tema da Segurança.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Debate aceso, ontem no "Prós e Contras"

Depois de uma primeira parte cordial e organizada nas intervenções, o debate do "Prós e Contras", subordinado às relações entre jornalismo e política, animou-se, já depois da meia-noite, com a discussão sobre o "caso das escutas". Henrique Monteiro, director do Expresso, trouxe para o debate a ideia de que o email com a informação de troca de mensagens entre jornalistas, motivo central da manchete do Diário de Notícias, teve proveniência política. José Manuel Fernandes chegou a dizer que não tinha sido convidado para esse debate. O combinado teria sido "um nota de rodapé", sublinhou, "e não três quartos" dedicado a esse tema. O director do Público, onde se publicou, em Agosto, a manchete relativa às suspeitas de vigilância de assessores do Presidência da República por parte do Governo, disse que também não sabia que o email trocado entre os seus jornalistas tinha chegado a outras redacções através de um intermediário político. Paulo Baldaia, responsável pela Informação da TSF, assinalou, por seu lado, que não chegou a fazer-se desmentido algum da peça do Público. E também defendeu que foi "importante o email publicado pelo Diário Notícias". Sem esse material, o jornal, no dia seguinte, teria sido obrigado a explicar melhor a sua notícia, concluiu. Muito antes da acesa discussão que levou o Provedor da RTP, Paquete de Oliveira, a intervir, dizendo que este debate "só veio baralhar os espectadores, porque ninguém quer admitir os erros em que caiu", o director do Diário de Notícias (DN) disse que não se "atreveria a publicar a notícia que estava apenas no espírito dos consultores", condenando assim a actuação do Público.,No seu entender, a notícia, de Agosto, "não estava suficientemente sustentada". Neste ponto, Henrique Monteiro concordou com João Marcelino: "É lícito publicar uma convicção sem sabermos se é apenas uma convicção". Já Paulo Baldaia, director da TSF, defendeu que a suspeita em si, por estarmos perante dois órgãos de soberania, justificava a matéria. Na linha do que defendeu Henrique Monteiro, José Alberto de Carvalho, director de Informação da RTP, ainda disse que "questionava a oportunidade da notícia" do DN. O "caso das escutas", remonta a 18 de Agosto, e veio interromper a silly season política. O Público contou, na altura, a história da suspeita de assessores de Cavaco Silva terem estado sob vigilância. Notícia essa que não chegou a ser desmentida e cujos efeitos se foram arrastado até à campanha política. Um mês depois, foi a vez do DN fazer manchete com a revelação de que um assessor de Cavaco Silva se tinha encontrado com jornalista do Público há 17 meses atrás para falar dessa suspeita, tendo recorrido à publicação de um email privado trocado entre repórteres do Público. Esse assessor foi demitido do cargo. Depois das eleições, o Presidente da República pronunciou-se sobre o "caso das escutas".

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

"Prós e Contras" discute eleições hoje na RTP1

Quem ganha as eleições? Entre grandes e pequenas, há 15 forças políticas candidatas ao Parlamento. Como vão votar os portugueses? Como fica a crise económica, o futuro do País no meio disto tudo? Estas são algumas das questões em debate esta noite no programa conduzido por Fátima Campos Ferreira. Mas os homens das sondagens são os protagonistas no palco do debate, segundo anuncia a produção do programa da RTP1. Na semana passada, este programa recebeu os pequenos partidos políticos e movimentos de cidadãos. Dez pensamentos diferentes para o futuro de Portugal e as prioridades e anseios destes candidatos estiveram em discussão.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

"Trabalho em Tempo de Crise" na RTP1

A edição desta noite de "Prós e Contras" centra o seu debate no mundo do trabalho em época de crise. Com moderação da jornalista Fátima Campos Ferreira, em estúdio estarão Francisco Van Zeller, presidente da Confederação da Indústria Portuguesa; José António Silva, presidente da Confederação do Comércio e Serviços; Carvalho da Silva, secretário-geral da CGTP; João Proença, secretário-geral da UGT; Guy Ryder, secretário-geral da Confederação Sindical Internacional; entre outros convidados. Adminsitradores e trabalhadores não faltarão ao debate.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Debate a cinco entre candidatos às europeias

A RTP1 vai transmitir segunda-feira o primeiro debate entre os cinco cabeça-de-lista portugueses que vão concorrer às eleições europeias, no programa "Prós e Contras", anunciou hoje a estação pública. O primeiro frente-a-frente entre os líderes dos partidos representados no Parlamento Europeu vai reunir os candidatos Vital Moreira (do PS), Paulo Rangel (PSD), Ilda Figueiredo (PCP), Nuno Melo (CDS-PP) e Miguel Portas (Bloco de Esquerda) para debater grandes temas de Portugal e da Europa, nomeadamente a crise financeira e o futuro da União Europeia. O frente-a-frente dos cabeça-de-lista às Europeias decorrerá um dia antes de o primeiro-ministro, José Sócrates, ir também a televisão pública - ao programa da RTP1 "Grande Entrevista" - para uma entrevista sobre temas de economia. Segundo a estação, o frente-a-frente dos concorrentes às eleições europeias seguirá um formato de verdadeiro debate, já que, ao contrário do que é habitual no programa conduzido por Fátima Campos Ferreira, o público que assiste no local não poderá intervir.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Grandes obras públicas em debate no "Prós e Contras"

Os projectos do comboio de alta-velocidade e do novo aeroporto de Lisboa são algumas das grandes obras públicas que estarão em destaque na edição desta segunda-feira do programa "Prós e Contras", da RTP1. Necessárias ou imprescindíveis para a retoma económica são algumas das questões que Fátima Campos Ferreira irá colocar ao painel de convidados que integra políticos e especialistas.

terça-feira, 31 de março de 2009

CDS/PP faz queixa do "Prós e Contras" à ERC

O CDS/PP acusa o programa "Prós e Contras", da estação pública, de não respeitar as regras do pluralismo político-partidário e vai apresentar queixa à Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC). Em causa está o facto de nenhum representante desta força partidária ter sido incluído no grupo de convidados para o debate de segunda-feira, coordenado e moderado por Fátima Campos Ferreira, sobre segurança; matéria em que o partido considera ser o único a fazer oposição. Para o debate, intitulado "Uma Questão de Segurança" estiveram presentes o ministro Rui Pereira, o coordenador-geral de segurança, Mário Mendes, em representação do Governo, e os deputados Fernando Negrão, do PSD, e Helena Pinto, do BE, pela oposição. Nos últimos 15 meses o Governo esteve presente em 13 emissões, o PSD em nove, o BE em quatro, o PCP em duas e o CDS/PP apenas uma vez.

segunda-feira, 16 de março de 2009

"Prós e Contras" da parceria entre Portugal e Angola

O programa de debate da RTP1 moderado por Fátima Campos Ferreira traz à liça, esta segunda-feira, a recente parceria firmada entre Portugal e Angola. As oportunidades de negócio emergentes em ambos os países e os investimentos naquele que é a maior nação africana de expressão portuguesa estarão em análise neste "Prós e Contras" subordinado ao tema "O que é que Angola tem?". Para o efeito irão intervir, em directo, personalidades, quer do nosso país, quer angolanas, pelo que se adivinham esclarecimentos face a muitas perguntas que, mais do que nunca, pairam no ar.

domingo, 1 de março de 2009

"Prós e Contras" analisa dúvidas bancárias

As dúvidas sobre a estratégia financeira da Caixa Geral de Depósitos e o que se tem passado nos BPN e BPP são o mote do debate que terá lugar, segunda-feira, em directo no programa "Prós e Contras", na RTP1. A produção anuncia este debate evocando uma pergunta do líder do Bloco de Esquerda, Francisco Louçã: “Há alguma razão económica do interesse público para dar, em 2009, um prémio de 62 milhões de euros ao empresário Manuel Fino?”. A moderação está a cargo de Fátima Campos Ferreira.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Debater o desemprego em "Prós e Contras"

O programa de debate da RTP1 analisa esta segunda-feira o tema do desemprego.
Numa altura em que o número de desempregados não pára de crescer, estarão frente-a-frente o Ministro do Trabalho, Sindicatos e o maior partido da oposição. Fátima Campos Ferreira faz a moderação.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

PSD apresenta queixa na ERC contra "Prós e Contras"

"Será a primeira causa ganha a favor da ética de antena do serviço público". A afirmação é do deputado social-democrata Luís Campos Ferreira, seguro de que a ERC (Entidade Reguladora para a Comunicação Social) dará razão à sua queixa apresentada na quinta-feira.
Em causa está o "Prós e Contras – 2009: o Ano de Todos os Perigos?" de 5 de Janeiro, que, para desespero dos telespectadores, teve um intervalo de 16 ou 17 minutos para incluir uma reportagem sobre o "Rali Dakar". Inconformado, o vice-presidente do grupo parlamentar do PSD e autor da queixa na ERC, sublinha: "O ministro dos Assuntos Parlamentares, que assistiu à violação do contrato de serviço público, tem de intervir sob pena de se tornar cúmplice e, pior, não cumprir com as suas obrigações."
Fátima Campos Ferreira, apresentadora do "Prós e Contras", não comentou a queixa alegando ser apenas responsável pela coordenação dos conteúdos do programa. A direcção de informação da RTP 1 aguarda desenvolvimentos.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

"Prós e Contras" debate os referendos

O programa "Prós e Contras", conduzido por Fátima Campos Ferreira, analisa esta segunda-feira o tema referendos. Será que estes estão a ganhar força e adeptos em todo o país?, questiona a produção do programa que tem exibição semanal às segundas-feiras na RTP1.
Entre os convidados estão: o presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Oliveira Moura, o deputado socialista, António José Seguro, Jorge Bacelar Gouveia, constitucionalista, entre outros.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

"Prós e Contras" é o melhor do ano

O programa de debate "Prós e Contras", apresentado por Fátima Campos Ferreira, na RTP1, foi considerado o melhor do ano de 2008. A eleição da Associação de Telespectadores (ATV) foi justificada pelo facto de o formato da estação pública tratar a actualidade por tu e ser emblemático.
O "Momento da Verdade", da SIC, foi considerado o pior do ano, considerando que ultrapassou tudo o que já tínhamos visto em termos de mau gosto e voyeurismo sobre a vida privada do cidadão comum.
A ATV considerou ainda o regresso de Herman José a revelação do ano. Nesta análise, "Equador", em exibição na TVI, teve apenas direito a uma menção de honra.