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sábado, 22 de agosto de 2009

"A Outra Língua do Vinho do Porto" hoje na SIC

Mais de três séculos depois da criação do vinho do Porto, sobrevivem apenas cinco grandes produtores. A "Reportagem Especial" transmitida hoje pela SIC, a seguir ao "Jornal da Noite", dá a conhecer as história de vida de duas famílias inglesas por trás desta bebida generosa. Alistair Robertson nasceu no Porto, diz-se tripeiro, mas está longe de falar bem português. É descendente dos fundadores da Taylor's e está à frente desta companhia do século XVII, uma das mais antigas do mundo. A família tem 11 quintas no Douro e nos últimos 100 anos criou três novos tipos de vinho do Porto. Os Symington falam português com sotaque do Porto e inglês das classes altas, ganho nos melhores colégios britânicos. A família começou a produzir vinho do Porto no século XIX e detém sete marcas, para além da Graham's. São donos de 22 quintas no Douro, uma área equivalente a 1700 campos de futebol. "A Outra Língua do Vinho do Porto" é um trabalho da jornalista Susana André, com imagem de Pedro Carpinteiro e José Caldelas e edição de imagem de Ricardo Sant'Ana.

terça-feira, 28 de julho de 2009

"Reportagem Especial" da SIC aborda as linhas ferroviárias de Portugal

Há muito tempo que as linhas ferroviárias estreitas portuguesas atingiram o fim da sua vida útil. A falta de investimento neste sector ferroviário levou ao encerramento de cerca de 500 quilómetros de linha nos últimos 20 anos. Tua, Corgo e Tâmega são o exemplo mais recente. Na "Reportagem Especial" da SIC, transmitida amanhã depois do "Jornal da Noite", compara-se esta realidade de abandono e desinteresse com o exemplo espanhol, onde as Linhas estreitas foram modernizadas e aproveitadas para transporte de passageiros, mercadorias e turismo. "Fim de Linha" é um trabalho de João Faiões, com imagem de Fernando Nunes e João Tuna e montagem de Fernando Nunes e João Faiões.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

"Últimos Pescadores do Tejo" na SIC

Os barcos já nem cheiram a peixe e nem é porque andam mais bem lavados. De madeira ou fibra sintética as poucas embarcações que ainda se deixam ver, pelas margens do Tejo, por aí passam a maior parte do tempo: à margem. As barragens que desregulam o caudal, açudes que não deixam fluir o peixe e até a pesca selvagem e furtiva conduziram à decadência da actividade. A arte tradicional está a acabar e até as mais importantes espécies do rio correm sérios riscos de extinção. Chegaram a ser às centenas as famílias que, por conta própria ou pescadores empregados, se sustentavam com a generosidade do rio. Nos dias que correm contam-se pelos dedos os que teimam em procurar na água o sustento do dia a dia. Hoje os velhinhos bairros de madeira passaram à história. As barcas de madeira já não se fazem. Os mais antigos vivem de memórias mas resistem para contar. Durante meses, a SIC acompanhou o dia-a-dia dos "Últimos Pescadores do Tejo". E é isso que mostra na "Reportagem Especial" de quarta-feira, inserida no "Jornal da Noite".