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domingo, 21 de novembro de 2010

Simone de Oliveira em chá beneficiente

Simone de Oliveira foi uma das muitas figuras públicas presentes no chá organizado pela Pandora, no Hotel Pestana Palace, em Lisboa, que serviu de pretexto para a entrega de um cheque de 100 mil euros à Liga Portuguesa Contra o Cancro. A doação, entregue a Carlos Freire de Oliveira por Ester Neves Carneiro, reverte a favor do programa de rastreio do cancro da mama, uma doença que a cantora e actriz conhece bem de perto e que já enfrentou por duas vezes, há quatro anos e há 22.
Fonte: Lux

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Simone de Oliveira e o livro sobre o cancro da mama

Separadas por 44 anos de vida, Simone de Oliveira e Joana Sousa Cardoso têm, contudo, algo que as une e aproxima: são ambas doentes oncológicas. Há 22 anos, a actriz iniciou a luta contra um cancro da mama. Há quatro anos, a doença voltou à sua vida. "Isso do "venci a doença" é muito relativo... Vamos vencendo etapas. A grande vitória é estar viva. Tenho sempre medo quando vou fazer exames", assegura Simone de Oliveira. A mulher de Mico da Camara Pereira, por sua vez, viveu o drama da doença há apenas um ano e meio. "Todos os dias, até 2014, tomo um comprimido. Todos os meses faço um tratamento hormonal. Tenho uma vida normal, mas o medo existe sempre. Vivo um dia de cada vez, com força de vontade, e sou muito feliz", afirma a arquitecta. Simone, de 72 anos, e Joana, de 28, estiveram na apresentação do livro "Cancro da Mama, Respostas Sempre à Mão". Para a actriz, trata-se de um livro fundamental: "Explica medicamentos, tratamentos, ajuda a lidar com o medo e a vergonha. Não é um livro dramático e fala a verdade." Joana concorda: "Responde às dúvidas e ajuda a lidar com as angústias."
Fonte: Lux

domingo, 11 de julho de 2010

Simone de Oliveira em "Depois da Vida"

Depois de António Sala na estreia, há já outros famosos na calha do programa "Depois da Vida" apresentado por Iva Domingues. Simone de Oliveira também aceitou o desafio da TVI, na esperança de entrar em contacto com a falecida mãe. A actriz fez um balanço positivo da experiência apesar de mostrar alguma desilusão: "Eu queria muito falar com a minha falecida mãe, mas a verdade é que essa entidade não apareceu. Foi agradável ir ao programa, mas foi menos emocionante do que esperava", desabafou. A segunda temporada do programa já está em exibição nas noites de sexta-feira, com apresentação de Iva Domingues.
Fonte: TV Universo

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Simone de Oliveira de regresso aos palcos

O "Jardim Suspenso", de Abel Neves, não é redondo, mas é na mesma uma arena onde se digladiam as personagens, contrapondo razões a emoções que desconhecem e não entendem, num diálogo de surdos. A peça estreia esta quinta-feira, no Teatro Nacional D. Maria II, numa encenação de Alfredo Brissos. "Jardim Suspenso" apresenta-nos a jovem Luzia (Carla Chambel), que é arquitecta e concebeu este espaço despojado - apenas composto por fina areia branca e duas pedras - no antigo quintal de casa dos pais, uma casa que abandonou por três vezes e à qual regressou sempre a pedido de Mateus (Carlos Oliveira), o seu amor.
Fonte: Lux

terça-feira, 27 de abril de 2010

Simone de Oliveira e Carla Chambel juntas no teatro

Desde a primeira aparição de Carla Chambel em palco que se adivinha a desgraça. E ela virá. Em "Jardim Suspenso", texto com que Abel Neves ganhou o Prémio Luso-Brasileiro de Dramaturgia António José da Silva, a actriz é Luzia, uma jovem que ama e que, na iminência de perder o seu amor, decide morrer. Ajudada pela avó Mariana, interpretada por Simone de Oliveira. O espectáculo, que estreia dia 29, às 21h45, na Sala Estúdio do Teatro Nacional D. Maria II, tem direcção de Alfredo Brissos e propõe-nos uma viagem dolorosa ao mundo dos afectos, como nos diz o encenador. "Quando o Diogo Infante me convidou para dirigir o espectáculo, pus-lhe apenas uma condição: gostar da peça", recorda. "E gostei, desde o primeiro momento. Esta é uma peça sobre afectos e é inevitável que cada um de nós se reveja aqui: já todos passámos por situações de perda, por amores não correspondidos, pelo desmoronar dos nossos ideais." Num cenário belíssimo (de Maria João Castelo), que reproduz um jardim de areias brancas que, em muitos momentos da acção, nos parecerá mais um deserto (enquanto lugar de privação, delírio e sofrimento), acompanhamos a longa viagem para a morte de uma jovem perturbada – interpretada por Carla Chambel – a quem a família não consegue compreender. A avó (Simone de Oliveira), porém, compreende. E aceita que a neta queira morrer, por amor. A actriz – e também cantora – diz que este é o papel mais difícil da sua carreira. "Já passei por muitas agruras na minha vida e esta peça traz ao de cima várias memórias dolorosas", confessa. Carla Chambel, cuja personagem a obriga a uma rápida transformação física e psicológica – até à degradação total, por inanição – diz que, ultrapassada a fase dos ensaios, a assusta apenas ter de mergulhar no abismo todas as noites, mantendo a autenticidade. "A proposta do encenador é a de trabalhar a partir das emoções, o que faz sentido nesta peça. Agora tenho defender o papel tecnicamente, ou seja, aceitar que não há rede, entregar-me, não ter vergonha de ser ridícula." No limite da exposição emocional, a actriz interpreta uma psicótica afectiva, acompanhada em cena por um elenco que Alfredo Brissos diz ter escolhido cuidadosamente: "Só o Manuel Coelho e a Simone de Oliveira me foram sugeridos pelo Diogo Infante. Os restantes, escolhi eu." A saber: Cármen Santos, Carlos Oliveira e Luciana Ribeiro. No cômputo geral, "Jardim Suspenso" é um espectáculo arriscado, que se joga totalmente na concentração dos actores – sobretudo da protagonista – e na sua capacidade de construir uma família credível. E apesar de estar classificado para maiores de 12, estamos em presença de uma proposta de grande intensidade dramática. Não é em vão que Alfredo Brissos fala de psicodrama a propósito deste seu espectáculo.
Fonte: CM

quarta-feira, 31 de março de 2010

Simone de Oliveira em série da RTP1

A cantora vai ser uma baronesa louca em "Sagrada Família", uma nova comédia da RTP1. "Têm-me sempre dado papéis de baronesa. Já estava a ficar cansada. Desta vez vou ser uma baronesa, mas louca", diz Simone de Oliveira sobre a sua personagem em "Sagrada Família", uma nova série de humor que a RTP1 já está a preparar. Trata-se de uma produção muito parecida com "Gente Fina é Outra Coisa", comédia exibida pelo canal estatal em 1985 e que teve um elenco de luxo composto por Amélia Rey Colaço, Ruy de Carvalho, Mariana Rey Monteiro, Nicolau Breyner, Luísa Barbosa, Carlos César, Margarida Carpinteiro, Luís Esparteiro e a própria Simone. A produção da nova série de humor está a cargo da Mandala, a mesma produtora do conhecido "Contra Informação", uma sátira política igualmente da RTP1. Além de Simone, fazem parte do elenco de "Sagrada Família" os artistas Vítor Norte, Filipe Vargas, Guida Maria, Fátima Belo e Ana Brito e Cunha. A cantora e actriz, que ainda só leu dois episódios de "Sagrada Família", não adianta pormenores sobre a série, aliás, à semelhança dos outros membros do elenco, mas sempre vai comentando, bem-disposta: "Só posso dizer que é uma série para o lado cómico. Há muito que queria voltar a dar umas gargalhadas na televisão". No início deste mês, Simone emocionou o muito público presente na final do Festival da Canção 2010, realizada no Campo Pequeno, em Lisboa, ao surgir em palco para interpretar "Desfolhada", o tema com que venceu o mesmo festival, em 1969. Num gesto muito aplaudido, Simone usou o mesmo vestido de há 41 anos.
Fonte: Sapo

sexta-feira, 5 de março de 2010

Simone de Oliveira deslumbra no "Festival da Canção"

Simone de Oliveira deslumbrou, ontem, o Campo Pequeno, ao interpretar ao vivo a "Desfolhada" na segunda semifinal do 46º "Festival RTP da Canção". A lendária cantora apresentou-se com o mesmo vestido e o mesmo carisma que levou, em 1969, ao Festival Eurovisão. Desta vez, Simone não foi a votos, mas pôs a audiência a aplaudi-la de pé. "É o vestido da minha vida e da saudade que hoje entrego nas vossas mãos", disse quando regressou ao palco para agradecer a ovação. Ontem, foram ainda homenageados Rosa Lobato de Faria (a título póstumo) e José Cid. O cantor, recorde-se, venceu o primeiro Festival transmitido a cores pela RTP, há precisamente 30 anos. Este ano, a TV pública voltou a entrar para a história, ao fazer do 46º "Festival RTP da Canção" o primeiro programa de entretenimento - exceptuando o futebol - transmitido em alta definição (HD). Só ontem é que os portugueses ficaram a saber a cor do vestido que ilustrou a memorável actuação de Simone de Oliveira no Teatro Real Madrid, há 41 anos. A célebre "Desfolhada" deu, ontem, início à segunda semifinal do "Festival RTP da Canção". Foram apuradas mais seis canções para a grande final que se realizará já na noite de amanhã, sábado, dia 6, e que terá uma dúzia de temas em disputa. Trocopasso, Ricardo Martins, Seis Po' Meia Dúzia, Catarina Pereira, Gonçalo Tavares e Rui Nova foram os concorrentes escolhidos pelos telespectadores da RTP através do televoto. Vão juntar-se, na grande final, a Filipa Galvão Telles, Jorge Guerreiro, The Agency, Nuno Pinto, Filipa Azevedo e Vanessa, concorrentes apurados na terça-feira, na primeira semifinal. No total, nas duas eliminatórias, foram apresentadas 24 canções, das quais 12 são agora finalistas. Amanhã à noite, um júri nacional escolherá o representante de Portugal ao Festival Eurovisão que, este ano, decorre em Oslo, capital da Noruega. Os Voca People e Fernando Tordo também sobem ao palco do Campo Pequeno para uma homenagem póstuma ao poeta José Carlos Ary dos Santos e ao próprio Tordo que, recordará, "inteligente, que acabaram as canções" ("Tourada", 1973).
Fonte: Sapo Fama