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segunda-feira, 11 de outubro de 2010

José Sócrates foi duas vezes à televisão

Depois de anunciar em directo a partir da presidência do Conselho de Ministros na quarta feira, 29 de Setembro, mais medidas de austeridade e as linhas orientadoras do próximo orçamento de estado, o primeiro ministro José Sócrates concedeu à RTP1 e à TVI duas entrevistas. Judite de Sousa entrevistou o primeiro ministro no dia 1 de Outubro, sexta-feira, a partir das 20h31, dentro do "Telejornal" da RTP1, com 11% de audiência média e 30.4% de share. Constança Cunha e Sá entrevistou o primeiro-ministro no sábado, 2 Outubro, inserido no espaço informativo do "Jornal Nacional" da TVI obtendo 9.7% de audiência média e 29.8% de share.
Fonte: Mediamonitor

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

"Telejornal" obteve máximo do ano

No sábado, 20 de Fevereiro, o "Telejornal" transmitido na RTP1 alcançou o máximo do ano, com 15.0% de audiência média e 40.7% de share. Os 53 programas transmitidos até ao momento detêm 12.5% de audiência média e 31.9% de share. É a população mais idosa (indivíduos com mais de 64 anos) aquela que regista a melhor afinidade com este programa, quando comparada audiência média do alvo com a audiência do universo.
Fonte: Mediamonitor

terça-feira, 20 de outubro de 2009

"Telejornal" da RTP1 celebrou 50 anos

A emissão comemorativa dos 50 anos do "Telejornal" transmitida no domingo, 18 de Outubro, registou 10.5% de audiência média e 28.8% de share e foi visto por um total de 2.345.800 espectadores que viram em média cerca de 23 minutos, ou seja cada espectador viu mais de 42% da duração total. O "Telejornal" obteve a melhor posição do canal no dia e foi responsável por 2.36 pontos de share. A RTP1 registou 21.3% de share e a transmissão representou 11.3% da audiência do canal no dia.

Directores reconhecem que há pressões nos noticiários

Na conferência do 50º aniversário do "Telejornal", ex assessores e directores de informação falaram de ingerências políticas. E Estrela Serrano, membro da ERC, defendeu que, em certos casos, Belém ou S. Bento devem pressionar os média. Estrela Serrano, dez anos assessora de Mário Soares em Belém e membro da Entidade Reguladora da Comunicação Social (ERC), disse ontem ser legítimo que os políticos telefonem aos responsáveis pela informação nos media. Primeiro, disse que "nenhum presidente ou primeiro-ministro consegue controlar uma redacção, mas pode pressionar e deve pressionar se a notícia não for bem dada". Antes de questionar: "Qual é o problema de um assessor telefonar ao director ou ao editor por o jornalista ter dado mal uma notícia?" Foi óbvia a ligação a notícias sobre telefonemas de assessores de Sócrates - Luís Bernardo, um deles, também convidado cancelou minutos antes. A oradora prosseguiu contando que Soares "tinha fúrias" quando tal acontecia, e dizia: "Telefona-me aí a esse malandro", convencendo-o ela a não o fazer. Serrano advogou ainda não ser possível controlar todos os que fazem a notícia. Uma teoria subscrita pelo director de Informação da RTP: "Se alguém quer condicionar, tem de condicionar muita gente ao mesmo tempo". Para Joaquim Letria, há muito que "o Telejornal depende do Governo do dia". "Este exerce pressão sobre a estação estatal, sobre quem nomeou e que tutela", referiu o ex assessor de Ramalho Eanes. Júlio Magalhães, agora director de Informação da TVI, disse que, quando estava na RTP, sabia de antemão quem seria editor e director, caso ganhasse o PS ou o PSD. Incomodado José Alberto Carvalho com a "litigância e a desconfiança" do espectador com a RTP ao nível político partidário, uma "nuvem" constante, Magalhães respondeu: "Essa nuvem não vem dos espectadores nem dos concorrentes, mas do poder político e dos grupos económicos que exercem os mesmos condicionamentos e pressões". Letria já tinha dito: "Há formas muito mais poderosas e eficazes de controlar as televisões: cruzamento de interesses, favores, favorecimentos e dificultações de negócios". Luís Marques, ex administrador da RTP, agora da SIC, resumiu não se tratar de "fazer fretes", mas da relação da RTP com o poder que a tutela e que colide com o que deve ser o jornalismo.

domingo, 18 de outubro de 2009

"Telejornal" comemora 50 anos

É o programa mais antigo da televisão nacional. Para assinalar os 50 anos do "Telejornal", a estação prepara para amanhã, data do aniversário, uma conferência, na qual participam também alguns intervenientes da sua história. A iniciativa propõe-se "reflectir sobre um programa muito importante para o pensamento do que somos enquanto sociedade", assinala Felisbela Lopes, docente e investigadora em Braga. A conferência, que se realiza no Auditório da Fundação das Comunicações, em Lisboa, resulta de uma parceria entre a RTP e o Centro de Estudos Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho. Juntamente com Manuel Pinto, da mesma faculdade, Felisbela Lopes assina ainda um estudo dedicado à notícia de abertura do "Telejornal" ao longo de 50 anos, cujas revelações se guardaram para a "50 anos de Telejornal, entre o passado e o futuro". A apresentação das conclusões integra o painel intitulado "O telejornal e os estudos académicos", responsável pela abertura de trabalhos. A segunda parte do programa promete ser menos teórica. "O telejornal a partir do lugar dos pivôs" reúne na mesma mesa Manoel Caetano, pivô no período do Estado Novo, Maria Elisa, Lopes de Araújo e Judite de Sousa. A moderação caberá a Adelino Gomes, actual provedor do Ouvinte. À tarde, o mote do debate é a relação entre a política e o jornalismo. Para analisar os campos de tensão foram convidados Joaquim Letria, ex-assessor de Ramalho Eanes, Estrela Serrano, que assumiu igual cargo na presidência de Mário Soares, José Arantes, assessor do actual presidente, e ainda Luís Bernardo, que trabalhou com António Guterres e agora está com José Sócrates. Marcelo Rebelo de Sousa aceitou ser o presidente deste núcleo. Por fim, juntam-se os dois directores de Informação da RTP e TVI, José Alberto de Carvalho e Júlio Magalhães, e ainda o director-geral da SIC, Luís Marques, com o propósito de traçar novos caminhos para o jornalismo televisivo. O presidente desta mesa é o provedor do Telespectador da RTP, Paquete de Oliveira. O comentador é Carlos Daniel, director-adjunto da RTPN.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

"Telejornal" comemora 50 anos

Os blocos informativos existiram desde o início das emissões regulares da RTP em 1957. Eram emitidos às 22h00, duravam 15 minutos (cinco para um noticiário lido e o restante para um "Jornal de Actualidades"), sendo da responsabilidade da secção de Cinema e Noticiários, conta Hogan Teves. Em Maio de 1966, ficou "assente que a duração do "Telejornal" passa a ser rigorosamente de 20 minutos [e] caso exceda a duração concedida, deve ser cortado, como qualquer outro programa". No final dos anos 60, surgem pela primeira vez locutoras a apresentar o "Telejornal" e surgem "os primeiros efeitos da radicalização da estratégia televisiva: o "Telejornal" inicia então o que viria a ser o longo requisitório de opinião produzida ao longo dos anos do salazarismo e do caetanismo", escreve o investigador Francisco Rui Cádima em "A Televisão e a Ditadura" (1957-1974).

sábado, 6 de dezembro de 2008

"Telejornal" com novo cenário

Ao terminar a edição de ontem do principal bloco informativo da RTP, José Alberto de Carvalho, Director de Informação da televisão de Cabo Ruivo, anunciou que o principal bloco informativo da RTP terá um novo cenário a partir de hoje.

domingo, 19 de outubro de 2008

"Telejornal" nos Açores

O noticiário da RTP é hoje transmitido em directo dos Açores de forma a acompanhar os resultados das Eleições da Região Autónoma. José Alberto de Carvalho é o pivô de serviço.
A emissão conta ainda com os dois comentadores da estação pública: Marcelo Rebelo de Sousa e António Vitorino.