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quarta-feira, 3 de novembro de 2010

"Condenados" estreou na SIC

A SIC estreou na quarta-feira, 27 de Outubro, o magazine de investigação "Condenados". O apresentador, que na primeira emissão foi Rodrigo Guedes de Carvalho, apresenta casos onde a sentença aplicada levanta algumas dúvidas. A primeira emissão alcançou 11% de audiência média e 28.4% de share, o que resultou no melhor programa da SIC nesse dia. "Condenados" representou mais de 12% da audiência da SIC nesse dia.
Fonte: Mediamonitor

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

"Condenados" estreou esta semana na SIC

A SIC estreou esta quarta-feira a minissérie "Condenados", uma aposta do canal para a nova temporada na área da informação, com base num trabalho de investigação criminal de Sofia Pinto Coelho. A preocupação com os erros judiciários tem acompanhado a carreira da jornalista, que aponta o dedo ao processo de investigação judicial em Portugal. "Um erro de identificação pode destruir a vida de uma pessoa, e neste caso foi o que provavelmente aconteceu". A estória triste de Éder Fortes seria igual a muitas outras do mundo do crime - condenado a quatro anos e meio de prisão por ter roubado um telemóvel - se a vítima não tivesse garantido, desde o primeiro dia, que não tinha sido ele. Numa minissérie de investigação criminal Sofia Pinto Coelho revela-nos o pesadelo de Éder desde que uma testemunha, Mário Horta, o identificou como autor do roubo, dado-chave para levar o juiz a decretar a sua prisão. Mais outras três estórias de homens que terão sido vítimas de erro judicial serão exibidas na SIC a partir de hoje, às quartas-feiras, depois do "Jornal da Noite", até 17 de Novembro. Num exercício de estilo inovador, a jornalista da estação de Carnaxide, que trabalhou com os editores e repórteres de imagem João Nunes e Manuel Chaves, faz uma narrativa de cada caso baseando-se nos suportes audio e papel que explorou durante mais de um ano, em que saiu à procura de pistas que pudessem "ajudar a compreender como procedem os juizes perante a necessidade de ter que proferir uma sentença". "São casos em que a dúvida se mantém depois da sentença, mas não fazemos um julgamento ao julgamento", refere o director de informação da SIC, Alcides Vieira. E Sofia Pinto Coelho confirma esta perspectiva dizendo que se limitou a "explorar um conjunto de elementos que não foram tidos em conta ou não foram julgados". Por isso, não é revelado o tribunal nem o nome do juiz em nenhum dos casos. Mas Sofia Pnto Coelho aponta o dedo à fase de investigação: "investiga-se de maneira preguiçosa e mal". Apesar de haver uma testemunha que afirmou em tribunal que à hora do assalto, no dia 23 de Julho de 2004, Éder não estava no Cacém (local do roubo), mas sim na Reboleira, o juiz preferiu apoiar-se na prova de identificação, considerando que a testemunha mentiu. O condenado acabaria por perder todos os recursos. Éder cumpriu a pena até ao fim. Mas, agora, continua preso. Depois da emissão do programa, haverá um debate dedicado ao caso na SIC Notícias, com a moderação de Miguel Ribeiro. Inicialmente, o projecto incluía a participação de Miguel Sousa Tavares, numa edição pensada para o canal generalista, mas a estação mudou, entretanto, de planos.
Fonte: JN

domingo, 24 de outubro de 2010

"Condenados" não quer libertar ninguém

Pode ou não a justiça falhar? Há ou não cidadãos a cumprir pena por erro judicial? Estas questões são o fio condutor de "Condenados", a minissérie de investigação criminal da SIC que conta a história de quatro homens que poderão ter sido vítimas de erros judiciais. Com estreia marcada para esta quarta-feira, dia 27, após a transmissão do "Jornal da Noite", a primeira reportagem mostra o caso de Sérgio Casca, um homem condenado a dez anos de prisão pelo homicídio de dois colegas da GNR. Uma impressão digital no espelho retrovisor da viatura de serviço, utilizada pelos três homens, foi a única prova considerada em tribunal. Segue-se, a 3 de Novembro, o testemunho de Éder Fortes, um jovem condenado a quatro anos e meio de prisão. Tinha 18 anos quando foi acusado de ter roubado um telemóvel. O assaltante e a vítima do roubo garantiram que Éder era inocente. À hora do assalto, o jovem encontrava-se a trabalhar no Cacém, defendeu em tribunal uma testemunha. Carlos Ferreira - preso por 11 anos e que garante que uma testemunha mentiu em tribunal - e Ismael Simões, acusado e condenado por alegadamente ter violado a cunhada, fecham o conjunto das quatro reportagens. Debruçado sobre provas e sentenças judiciais, "Condenados" não é um formato que pretenda pôr em causa a justiça portuguesa, asseguram os responsáveis da SIC. "Isto não é um julgamentos aos julgamentos. "Condenados" não é um julgamento aos juízes, às sentenças. Prova disso é que não divulgamos o nome nem de juízes nem dos tribunais", começou por defender Alcides Vieira, director de Informação da estação de Carnaxide. "A reportagem não opina sobre nada. O objectivo destes trabalhos não é libertar ninguém. Há aqui, sim, um trabalho de investigação jornalística", sustentou ainda, para acrescentar: "Há, porém, nestes casos, técnicas de investigação judicial que não foram tidas em conta." Sofia Pinto Coelho, jornalista licenciada em Direito e autora das reportagens, fala em "exercício de rigor": "Sou uma pacifista. O meu exercício é científico. 99,5% dos juízes julgam e bem". E mostra-se segura de que existem ainda mudanças a fazer. "Nós, enquanto País, encaramos com muita naturalidade a mentira em tribunal. O principal drama da nossa Justiça é a insegurança", considera.
Fonte: DN

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

"Condenados" será investigação criminal

"A justiça pode ou não errar?" esta é a pergunta que está na base da nova mini-série de investigação criminal do canal de Carnaxide com estreia marcada para dia 27 de Outubro. A equipa da SIC investigou quatro condenados:
Sérgio Casca: foi condenado por homicídio de dois colegas da GNR. Passou dez anos na prisão. A única prova objectiva que levou o tribunal a condená-lo foi uma impressão digital no espelho retrovisor da viatura de serviço que os três utilizavam;
Éder Fortes: foi condenado a quatro anos e meio de prisão por ter roubado um telemóvel. A vítima do roubo sempre garantiu que não tinha sido ele;
Carlos Ferreira: esteve preso onze anos por homicídio mas continua a assegurar que está inocente e que a principal testemunha mentiu em tribunal;
Ismael Simões: esteve preso durante um ano e meio. A cunhada acusou-o de violação. O tribunal ignorou relatórios que a davam como mentirosa compulsiva e manipuladora. A mentira veio a descobrir-se, Ismael foi libertado, mas ainda não se sente livre.
Nalguns casos, há pistas que não foram devidamente exploradas, testemunhos que foram ignorados, decisões que deixam perplexos. Noutros, apenas dúvidas que ficam sem resposta e que ajudam a entender quão difícil é o trabalho dos juízes. Em Portugal, os erros judiciais são ainda um assunto tabu, mas em "Condenados" todos vão conhecer o sabor amargo da justiça quando aos julgamentos deixam no ar muitas dúvidas.
Fonte: Destak

"Condenados" estreia dia 27 de Outubro

O programa "Condenados", que conta na apresentação com Miguel Sousa Tavares e Sofia Pinto Coelho, estreia-se no dia 27, quarta feira, logo após o "Jornal da Noite". Anunciado pela SIC como a grande aposta na informação, o programa vai investigar histórias de pessoas condenadas pela justiça.
Fonte: DN

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Miguel Sousa Tavares no reforço da informação SIC

Miguel Sousa Tavares está de volta à SIC com presença reforçada na informação. No dia 13 estreia-se como comentador numa rubrica integrada no "Jornal da Noite" e vai também apresentar "Condenados", um programa de Sofia Pinto Coelho sobre grandes temas de justiça. Este formato será dividido em duas emissões: uma de reportagem e outra, exibida no dia seguinte, que poderá ser um espaço de debate ou entrevista conduzido também por Sousa Tavares. "Vou ter um espaço fixo de comentário às segundas. Além disso, também vou participar, como comentador e jornalista, em projectos de informação e debate, mas que não têm uma periodicidade fixa", disse Miguel Sousa Tavares. Alcides Vieira, director de Informação da estação de Carnaxide, confirmou que "o Miguel vai ter uma presença regular e reforçada na SIC e SIC Notícias, vai trabalhar directamente com a direcção de informação, nesta área que vamos reforçar na grelha, com projectos sobre actualidade, justiça e política". Miguel Sousa Tavares começou a carreira de jornalista e comentador na RTP1, passou pela SIC e pela TVI. Em Fevereiro voltou a Carnaxide com "Sinais de Fogo".
Fonte: CM