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domingo, 2 de janeiro de 2011

Balanço 2010: Melhor Espectáculo Teatral

"Um Eléctrico Chamado Desejo", com encenação de Diogo Infante

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

"Um Eléctrico Chamado Desejo" estreia amanhã

Um confesso apaixonado da obra dramatúrgica de Tennessee Williams, o encenador Diogo Infante confessa que a escolha da peça "Um Eléctrico Chamado Desejo" nasceu da vontade de "trazer a Alexandra Lencastre de volta aos palcos" através de um papel que lhe pareceu "assentar como uma luva" à actriz. "Fiquei à espera dela não pela sua fama mas pelo seu potencial como artístico", afirma.
Fonte: DN

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Diogo Infante e Ana Zanatti jantaram juntos

Numa passagem pelo Algarve, Diogo Infante e Ana Zanatti fizeram questão de jantar juntos. O encontro ocorreu em Lagos, no restaurante A Lota, famoso pelo ambiente descontraído e o peixe sempre fresco. Em nítido ambiente de férias e ao longo de mais de uma hora, a conversa correu fluida e muito animada, ainda assim o tema dominante de todo o repasto foi o trabalho de ambos. Diogo partilhou os seus momentos enquanto director do Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa, e Ana enquanto actriz e escritora.
Fonte: DN

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Diogo Infante em "Noite Sangrenta" da RTP1

"Interpreto um dos heróis da República, um dos protagonistas da revolução de 1910, que é fuzilado. Ele era um homem duro, um pouco amargurado", conta o actor Diogo Infante sobre o seu papel em "Noite Sangrenta," minissérie de dois episódios que a RTP1 estreia em Outubro. Esta série insere-se num conjunto de obras que o canal público vai exibir no âmbito das celebrações da República. "Esta é a época ideal para viver momentos da História recente de Portugal. Que pode esclarecer alguns pontos dos quais somos ignorantes e prestar homenagens a pessoas que lutaram por ideais e valores que hoje damos por adquiridas na aparente liberdade que vivemos", diz ainda o actor. Para Diogo Infante, apesar da obra se basear em factos reais, trata-se de uma ficção e que faz todo o sentido ser exibida no canal estatal, tendo em conta o serviço público. "Há muitos outros momentos da nossa História dignos de serem tratados pela ficção nacional", sublinha.
Fonte: CM

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Diogo Infante estreia hoje "Rei Édipo"

Diogo Infante regressa, hoje, quinta-feira, aos palcos, pela mão do encenador Jorge Silva Melo, que aceitou o desafio de se lançou na escrita de uma nova versão de "Rei Édipo", a partir de Sófocles. A peça estará em cena no Teatro D. Maria II (TNDMII), em Lisboa. "Não resisto a actores, cada vez me interessam mais. E quando, num fim de tarde de Abril passado, o Diogo Infante me telefonou a dizer que tinha urgência em falar comigo sobre uma peça marquei logo encontro para esse dia", conta Jorge Silva Melo. A peça que andava na cabeça do director artístico do TNDMII era "Rei Édipo". Nessa altura, Jorge Silva Melo tinha viagem marcada para Madrid. Não adiou a intenção mas, uma vez lá chegado , "acabei por não fazer o que pensara. Optei por ir à procurar versões de Sófocles nas livarias madrilenas". De regresso aceitou o desafio proposto por Diogo Infante, desdesde que lhe fosse dada a hipótese de reescrever a peça. Foi o que fez. Até porque, recorda, "há quase vinte anos, pouco depois de fazer o "António Rapaz de Lisboa", que lhe tinha prometido uma peça". De volta ao clássico de Sófocles o encenador explica que não queria levar ao palco uma versão como a que viu em Madrid. "Não queria um Édipo de coturnos e saia, não queria aquelas listas infindas de deuses e lugares, queria ir a direito por um texto onde me encontrasse, e aos meus sonhos maus". Nesta novo projecto para o TNDMII, Jorge Silva Melo volta trabalhar com muitos dos actores que o têm acompanhado. E outros cujo trabalho suscita a sua admiração. Convidou Virgílio Castelo "que fará de Creonte e Lia Gama, que fará de Jocasta". Mas também Cândido Ferreira, António Simão e José Neves. A peça inclui ainda um coro de 25 actores, alguns dos quais trabalham pela primeira vez com o encenador e director dos Artistas Unidos. A ressaltar ainda a colaboração da Orquestra de Câmara Portuguesa que interpretará a música original composta por Pedro Carneiro. Escrita por Sófocles por volta de 427 a.C., "Rei Édipo" foi considerada por Aristóteles o mais perfeito exemplo de tragédia. A trama decorre num momento em que a peste atinge a cidade. E o Rei Édipo quer saber porquê. De pergunta em pergunta, de resposta em resposta, os enigmas vão caindo. Édipo vai descobrir uma verdade tremenda. Esta é a tragédia do saber.
Fonte: JN

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Diogo Infante regressa aos palcos com "Rei Édipo"

A história de Édipo foi escrita por Sófocles quatro séculos antes da era de Cristo e fala-nos do homem que mata o pai e se casa com a própria mãe, dela gerando quatro filhos que a sorte – ou os deuses – amaldiçoarão durante gerações. E é esta história que sobe amanhã, às 21h30, ao palco do Teatro Nacional D. Maria II (TNDM II), em Lisboa, numa encenação de Jorge Silva Melo e com Diogo Infante no principal papel. O actor – e também director artístico do TNDM II – reservou para si o protagonismo de uma peça que considera ser um desafio para qualquer intérprete e uma personagem com a qual diz ter mais em comum do que Hamlet, que interpretou em 2007, quando era director do Maria Matos. "Tal como o Édipo, também procuro conhecer-me e perceber as circunstâncias que me rodeiam, quaisquer que elas sejam", explica, acrescentando que convidou Silva Melo para o dirigir, pela primeira vez na sua carreira, depois de ver "o magnífico Pirandello" que este fez no Nacional em 2008 (a peça "Esta Noite Improvisa-se"). Ao receber o convite para dirigir esta peça, Jorge Silva Melo diz que achou que o actor, chegado à maturidade, estava na idade certa para o fazer, e só colocou uma condição: a de poder reescrever o texto. "O meu problema com os clássicos é o verso muito longo – uma tradição que chega aos nossos dias desde o Romantismo, desde o Victor Hugo – e que procurei atenuar", conta Silva Melo. Com Lia Gama no papel de Jocasta e Virgílio Castelo como Creonte – qualquer deles com interpretações imaculadas – pode dizer-se que o coro – composto por 25 actores – é o segundo protagonista do espectáculo, um coro inteiramente masculino, andrajoso (figurinos de Rita Lopes Alves), que se movimenta livremente tanto pelo palco como pela plateia e parece envolver o público na acção e nos comentários que tece sobre o drama. O cenário, também de Rita Lopes Alves, em declive, sugere a existência de um palácio mas parece inacabado – uma estética rude tanto do agrado de Silva Melo e que no caso presente faz um contraste interessante com o brilho da Sala Garrett. No cômputo geral, este é um "Rei Édipo" musical e coreográfico, que Silva Melo dirigiu qual maestro de orquestra, num todo orgânico a que se assiste maravilhado e sem emoção excessiva. O patético do texto – o seu lado mais comovente, de sofrimento quase insuportável – foi inteligentemente atenuado pelo encenador, que imprimiu um ritmo acelerado à acção e às palavras, cuspidas pelos actores com virilidade. Para ver até 28 de Março.
Fonte: CM

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Diogo Infante de volta ao palco

"Tinha muitas saudades do palco. Já estava a ficar insuportável", confessa Diogo Infante. Afastado da representação há quase dois anos, o director artístico do Teatro Nacional D. Maria II vai agora despir temporariamente a pele de "homem de gabinete" para protagonizar a peça "Rei Édipo", considerada por Aristóteles como a "mãe das tragédias", inspiradora de tantas outras obras." Dois anos é muito tempo. Embora tenha estado muito entusiasmado com os projectos artísticos que tenho encabeçado, a verdade é que sou actor. Não posso descurar essa parte, sob a pena de eu próprio ficar um pouco descompensado. Agora é a altura de dar o meu contributo como actor", explicou Diogo Infante, que pisa o "seu" teatro com uma nova versão do texto de Sófocles (427 a.C) reescrita pelo encenador Jorge Silva Melo. "Rei Édipo", em cena a partir de quinta-feira, 18 de Fevereiro, é uma das peças mais adaptadas e interpretadas em todo mundo. A ideia de transportá-la para o palco do D. Maria, em Lisboa, partiu do próprio director, que logo desafiou Silva Melo. "O Jorge afastou-se um pouco do verso inicial de Sófocles e criou uma versão mais rude e acessível, com uma narrativa muito dinâmica e ágil, num espectáculo que resulta numa hora e 20 minutos", declara Diogo Infante. O actor é Édipo, Virgílio Castelo interpreta Creonte e Lia Gama veste a pele de Jocasta que, na mitologia grega, foi mulher de Laio, rei de Tebas, com quem teve um filho, Édipo. Um elenco de luxo que promete mais um sucesso de bilheteira. "Fiquei lisonjeada com o convite e assustada, porque passou-me pela cabeça tudo menos isto. Acho que já não tenho idade para fazer um papel intenso como este", confessou Lia Gama. "É uma personagem profundamente trágica. A Jocasta é o desequilíbrio de Édipo. É por causa dela que o mundo de Édipo se desmorona. A mãe não escutou os oráculos porque pensava que podia manipular o próprio destino. E, quando o oráculo diz que um filho dela com o Rei Laio mataria o marido, ela própria encarrega-se de eliminar a criança", conta a actriz. "O que interessa aqui é retirar qualquer lição que nos sirva enquanto pessoas. A grande metáfora de Édipo é alguém que precisa cegar-se para ver. Só quando atinge a cegueira é que, finalmente, percebe a sua própria dimensão humana", refere Diogo Infante. Moral da história: "Só quando estamos sujeitos a situações absolutamente violentas, ou dramáticas, nas nossas próprias vidas, é que damos valor às coisas que temos e precisamos. De uma forma simplista, não será difícil encontrar pontos de ligação com a actualidade", observa o actor.
Fonte: Sapo Fama

domingo, 16 de agosto de 2009

Diogo Infante entrevistado por Alexandra Lencastre

O convidado de hoje, domingo, do programa "Conversa Indiscreta", emitido pelo canal por cabo TVI 24, é o actor Diogo Infante. Alexandra Lencastre estará à conversa com Infante, procurando revelar o lado menos público e conhecido do actual director artístico do Teatro Nacional Dona Maria, em Lisboa.