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domingo, 24 de outubro de 2010

Pivô da RTP apresentou novo livro em família

Foi uma autêntica reunião familiar, o lançamento do novo livro de José Rodrigues dos Santos, "O Anjo Branco". Apresentado ontem, na Sociedade de Geografia, em Lisboa, o pivô da RTP contou com a presença e o apoio da mulher, Florbela, da mãe, Manuela, do irmão, João, dos três jovens sobrinhos e do primo Carlos. "Estou emocionado neste dia, com a forma como a sala encheu", começou por afirmar o jornalista e escritor, perante as cerca de 500 pessoas que praticamente esgotaram a sala de apresentação. "O Anjo Branco", o romance inspirado na vida e obra do seu pai, José Paz Rodrigues dos Santos, um dos médicos responsáveis pela assistência sanitária à população de Tete, em plena Guerra Colonial, foi o ponto de partida para ontem recordar o seu pai. O factor familiar está, de resto, presente no livro, uma vez que as personagens foram inspiradas em vários familiares do jornalista. "Para quê inventar uma história, se tenho na minha família uma extraordinária? Um romance vive das pequenas histórias que não podemos encontrar nos livros de História", questionou José Rodrigues dos Santos, enquanto mostrava várias fotografias de criança, com o seu pai, tiradas em Moçambique, na década de 60. A cargo da apresentação do livro de 678 páginas esteve Joaquim Furtado, colega mas também grande amigo do escritor. "O Joaquim foi o primeiro director de informação que tive, que tomou sempre a escolha certa", afirmou. José Rodrigues dos Santos não deixou, no entanto, de criticar a estação pública durante a apresentação. "Na RTP, o Joaquim nunca foi valorizado. Deve-lhe uma homenagem e esta é a minha", acrescentou ainda. Joaquim Furtado, o autor da série documental da RTP "A Guerra", retribuiu as palavras elogiosas. "Esta é uma reflexão sobre a ética humana e a moral. O José trabalha na verdade e na verosimilhança, que são as bases para um bom romance histórico", afirmou o pai da apresentadora da RTP Catarina Furtado. Durante o lançamento do livro, foram ainda mostradas as primeiras imagens dos cadáveres do massacre no Wiriamu, episódio abordado nesta obra. Presentes no lançamento do livro estiveram também actriz Marta Furtado, filha de Joaquim Furtado, e Rita Marrafa de Carvalho, jornalista da estação pública, que deu o pontapé de arranque, ao ler um dos excertos do romance.
Fonte: DN

José Rodrigues dos Santos lança novo livro

José Rodrigues dos Santos quis escrever "um romance como nunca tinha sido escrito sobre a guerra colonial e os portugueses em África" e o resultado é "O Anjo Branco", inspirado na história do pai, livro desde ontem nas livrarias. O protagonista do oitavo romance de Rodrigues dos Santos chama-se José Branco, um médico que foi viver para Moçambique na década de 1960 e que, perante as enormes carências sanitárias do país, criou o revolucionário Serviço Médico Aéreo, deslocando-se num pequeno avião, o que lhe valeu o epíteto de "anjo branco", por descer do céu vestido de branco. "Inspirei-me no meu pai: o romance conta a história de um médico que é punido pela administração colonial e enviado para Tete, um sítio perdido no coração de África conhecido por "o cemitério dos brancos"", disse o autor, em entrevista à Lusa. "Sob a responsabilidade do médico fica um território em Moçambique com o tamanho de Portugal continental. E, para dificultar ainda mais as coisas, começa entretanto a guerra. Como lidar com a situação? Este foi o cenário que o meu pai enfrentou em Moçambique e é aquele que se depara diante da personagem principal de "O Anjo Branco"", revelou. O escritor e jornalista da RTP, de 46 anos, decidiu contar esta história inspirada em factos reais, que lhe exigiu "muita investigação" - teve de "conversar com imensa gente, ver muita documentação e visitar por duas vezes os locais da acção em Moçambique" -, por considerar que "estava por escrever o grande romance português sobre a Guerra Colonial. Fico com a impressão de que a literatura que se produziu sobre o assunto é complexada e colorida ideologicamente, com "bons" de um lado e "maus" do outro, ou, então, é bacocamente saudosista", defendeu. "Quis fugir a esses dois registos - sublinhou -, quis escrever um romance descomplexado que mostrasse as grandezas e as misérias e também as contradições da nossa presença em África. Quis, sobretudo, escrever um romance como nunca tinha sido escrito sobre a guerra colonial e os portugueses em África". "O Anjo Branco" é passível de encomenda online, em sites como os da FNAC e da Wook.
Fonte: JN

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Novo livro de José Rodrigues dos Santos

Um médico responsável pelo Serviço Médico Aéreo, que é enviado, em punição, para o centro de África. Uma missão a cumprir: dar assistência sanitária à população de Tete, uma região de Moçambique. Um cenário por trás: a Guerra Colonial. São estes os contornos que dão cor e forma a "O Anjo Branco", o novo romance de José Rodrigues dos Santos, jornalista e pivô do "Telejornal" (RTP1). A obra chega hoje às livrarias do País. Uma obra de ficção, inspirada em factos reais, que traz à memória o massacre de Wiriamu e que tem como fio condutor a vida e obra de José Paz Rodrigues dos Santos, o pai do escritor. Um homem que se tornou director do Hospital de Tete e ajudou quem precisava de assistência médica. "Escrever sobre o meu pai foi uma experiência curiosa. Penso que não é comum ter-se na família uma história tão extraordinária, ela própria um romance à espera de ser escrito", afirmou José Rodrigues dos Santos. Depois de se ter estreado no universo literário, em 2002, com o romance "A Ilha das Trevas", o pivô da estação pública, de 46 anos, traz, desta vez, um romance com cheiro a África e pautado por factos que marcaram a sua vida. Negou, porém, mergulhar numa escrita "saudosista": "Procurei escrever um livro que contasse a história de Portugal em África de maneira descomplexada, expondo as virtudes e misérias", disse. Para lá dos dias de escrita, pesquisas e viagens a Moçambique, fica, confessa José Rodrigues dos Santos, um legado: "O meu pai ensinou-me que devemos fazer sempre o que está certo, mesmo quando isso nos prejudica. Como dizia um personagem do livro, se fazer sempre o que está certo fosse fácil todos só fariam o que está certo. Mas se nos comportarmos sem ética, convém que saibamos que nada nos distingue dos animais." "O Anjo Branco" é mais do que um título de livro: "Anjo Branco é o nome pelo qual o meu pai, e também o personagem do romance, era conhecido em Moçambique. Lendo o livro percebe-se porquê."
Fonte: DN

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Pivôs da RTP1 levam corte nos ordenados

José Alberto Carvalho, Judite de Sousa e José Rodrigues dos Santos vão sofrer, cada um, um corte superior a 500 euros por mês no ordenado, o que se traduz num total entre os cinco e os oito mil euros por ano, consoante o caso, apurou o CM junto de fonte próxima da RTP. José Alberto Carvalho, director de Informação da RTP, auferia, em 2009, de um vencimento base na ordem dos 3981 euros por mês. Sendo que, e cumprindo-se a tabela já anunciada pelas Finanças, o jornalista verá uma redução no seu ordenado mensal de 390 euros, o que representa menos 5455 euros por ano. Já Judite de Sousa, directora adjunta, recebia um ordenado de 5532 euros, e José Rodrigues dos Santos 5896 euros. Após a redução, Judite perde 7742 euros por ano e o pivô receberá menos 8254. Estes valores não contemplam as ajudas de custo, viaturas de serviço e o cartão de combustível nem tão-pouco os subsídios diversos que se juntam aos valores declarados e sobre os quais recai o Fisco. Refira-se que o director de Informação auferia, no ano passado, de um subsídio na ordem dos 11 800 euros; Judite de Sousa 9365 e José Rodrigues dos Santos de 8860. Mas outras figuras da RTP verão também um corte substancial nos seus ordenados, entre os quais o director de Programas, que em 2009 recebia cerca de 5965 euros. José Fragoso terá assim um corte de 596 euros por mês. Os cortes salariais do pessoal da RTP acompanham os da Função Pública, como adiantou sexta feira o ministro dos Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão. O detentor da pasta da Comunicação Social confirmou que as reduções "vão estender-se a todo o perímetro do sector público empresarial". "Se a medida é universal, nada tenho a opor", disse a propósito José Rodrigues dos Santos. Judite de Sousa preferiu "não comentar" o assunto. José Alberto Carvalho esteve incontactável até ao fecho desta edição.
Fonte: CM

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Rodrigues dos Santos lidera top de livros na Bulgária

O escritor José Rodrigues dos Santos atingiu pela primeira vez o top de vendas num país estrangeiro ao colocar o romance "A Fórmula de Deus" na liderança da tabela da principal rede livreira da Bulgária. O romance - editado pela Gradiva em 2006 - intitula-se "Borjiata Formula" em búlgaro e lidera a tabela de vendas da rede de livrarias Helikon - www.helikon.bg. Tomás Noronha, a personagem de quatro dos romances de José Rodrigues dos Santos, vive em "A Fórmula de Deus", a sua segunda aventura. O livro está já traduzido em sete línguas, devendo ser editado ainda este ano nos Estados Unidos, Rússia e Hungria, adianta a Gradiva.
Fonte: JN

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

José Rodrigues dos Santos liderou vendas de livros

Não era para menos, pois o tema que aborda está consecutivamente nas páginas da imprensa e nos ecrãs de televisão: o terrorismo. Depois de um romance cor de rosa, "A Vida Num Sopro", que já lhe dera o primeiro lugar nas vendas em 2008, a aventura protagonizada pelo seu herói Tomás de Noronha varreu e devastou novamente as tabelas de vendas de livros mal foi posto à venda. O autor, é sabido, prepara bem os seus lançamentos e desta vez até trouxe a Portugal um ex-operacional da Al-Qaeda para apresentar o thriller. Com capas de revistas, artigos e entrevistas sucessivas, José Rodrigues de Santos catalisou a procura de um livro que tem muita acção e, em poucos dias, o resultado foi o previsto ao atingir imediatamente o primeiro lugar nas vendas durante os últimos meses de 2009. A receita do autor editado pela Gradiva é simples. Capítulos curtos, um argumento em que a velocidade dos acontecimentos impera e a descodificação de uma temática sobre a qual todos pensam saber muito, mas que a pesquisa de Rodrigues dos Santos prova que desconhecem quase tudo. Em a "Fúria Divina", o Alcorão é a estrela da companhia e os personagens gravitam em torno das palavras do profeta. A acção do volume salta nervosamente de versículo em versículo e serve os propósitos contemporâneos do islão e da reacção dos países ocidentais, vítimas das sentenças de um livro sagrado em que não se perdoam os infiéis e a "guerra santa" é um objectivo histórico. Ao juntar o medo que o Ocidente vive sob a ameaça do terrorismo de inspiração islâmica com a fundamentação desse receio nas próprias palavras escritas no Alcorão, o autor credibiza a sua história e gera uma situação muito curiosa, a de muitos leitores terem tido, finalmente, acesso aos ensinamentos sagrados dos muçulmanos explicados por alguém que os estudou e transformou em literatura. Não é por acaso que, a seguir ao "Codex", este "Fúria Divina" é o livro mais bem sucedido de José Rodrigues dos Santos. E, com um trunfo inesperado, o de ter batido nas vendas o mago do thriller que é Dan Brown. Essa terá sido para o português a melhor prenda deste Natal de 2009, porque ultrapassar nas vendas o autor norte-americano era tarefa ainda impossível para todos os escritores nacionais. Estaria ao alcance de Miguel Sousa Tavares, que ficou em segundo lugar da lista dos bestsellers de autores portugueses, e de José Saramago, este ano em terceiro lugar, mas dificilmente outro teria essa hipótese. Confirmou-se essa possibilidade com o quase romance "No Teu Deserto", de Sousa Tavares, que teve uma carreira fulgurante. Iniciou-se com uma tiragem de 100 mil, que esgotou em três semanas, e convenceu os leitores, mesmo não sendo uma obra de fôlego, como aconteceu com "Equador" e "Rio das Flores". Quanto a José Saramago, o polémico "Caim" foi o livro que mais brado deu em 2009 e que mais tinta e palavras fez correr em textos e comentários nas semanas que se sucederam ao seu lançamento. As farpas lançadas contra a Igreja na sessão de apresentação do livro sur- preenderam até o próprio autor, que foi obrigado a promover - e defender - o livro de um modo inesperado até para o Prémio Nobel. Em quarto lugar, ficou Margarida Rebelo Pinto com o seu último romance, superando todos as edições que concorrem no seu segmento e o que mais foi publicado nos restantes no último trimestre. O novo livro de António Lobo Antunes, um inesperado regresso às narrativas de outros tempos com o jacto inspirativo da actualidade, superou em muito os números de um autor que se enquadra na categoria longseller. O seu irmão, Nuno Lobo Antunes, ficou logo atrás com o segundo livro publicado. Crónicas e histórias da vida de um médico que recuperam, à sua maneira, uma nostálgica escrita de um dos autores de maior sucesso em Portugal nos anos 70, o escritor Fernando Namora.
Fonte: DN

sábado, 9 de janeiro de 2010

José Rodrigues dos Santos: o jornalista escritor

Jornalista garante que escrever lhe dá imenso prazer e que o êxito está "numa escrita clara, em linguagem de jornalista". Já vendeu mais de um milhão de livros e está traduzido em 15 línguas. Escreve rápido, sente muito prazer quando o faz e, se quisesse - mas não quer -, já poderia viver exclusivamente da escrita. José Rodrigues dos Santos, jornalista da RTP e pivô do "Telejornal", é autor de sete romances, que já venderam mais de um milhão de exemplares. O mais recente livro, "Fúria Divina", conquistou o Prémio Clube Literário do Porto, no valor de 25 mil euros. Admite que a escrita lhe sai de forma rápida, circunstância facilitada pelo facto de ser jornalista. Aliás, diz mesmo que escreve "como um jornalista escreve" e lembra que o seu recorde surgiu em folga da RTP: num só dia, escreveu 21 páginas no computador. Por outro lado, revela nunca lhe ter passado pela cabeça que teria sucesso como escritor e conta que tudo começou quando José Manuel Mendes, presidente da Associação Portuguesa de Escritores, lhe pediu para escrever um conto para a revista daquela instituição. Acedeu, enviou e obteve como resposta: "Continue, porque você dá um bom romancista". O facto levou-o a dar uma gargalhada. A verdade é que já vai no sétimo romance, estando traduzido em 15 línguas. Em Portugal, os seus livros atingem, invariavelmente, o top de vendas. Confessa "também vender bem em Espanha e na Holanda". A julgar pelo êxito comercial dos seus livros, poder-se-á considerar um homem rico? O jornalista escritor ironiza: "Sim, sou rico, porque tenho uma rica família". No entanto, frisa que, "se quisesse, já viveria da escrita, mas não quero estar dependente dela. Para mim, é um hobby". Um passatempo que o entusiasma profundamente, ao ponto de pelas 7h30 colocar-se frente ao computador. Normalmente, é de manhã que escreve, mas, quando está de folga, o acto prolonga-se até ao final da tarde, altura em que as filhas e a mulher regressam a casa. As ideias para os livros surgem-lhe de qualquer situação. Por exemplo, para o primeiro romance, foi "beber" à investigação que desenvolveu para escrever a sua tese de doutoramento, "Reportagem de Guerra". Explica que a escreveu de forma narrativa, como se fosse um romance. "A filha do Capitão", o segundo livro, relaciona-se com a leitura de uma tese sobre a II Guerra Mundial, enquanto que "A Fórmula de Deus" nasceu na praia de Maceió, no Brasil. "O Sétimo Selo" surgiu de uma conversa na cantina da RTP, com Judite de Sousa e Márcia Rodrigues. Já "Fúria Divina", lançado em Outubro passado, que, em dois meses, vendeu 160 mil exemplares e que tem como tema principal o radicalismo islâmico, nasceu no decorrer de uma viagem que realizou ao Paquistão. José Rodrigues dos Santos crê que todos os seus livros traduzem uma espécie de jogo entre a ficção e a verdade. Confessa que as histórias têm um fundo verdadeiro, o que, diz, fascina o leitor, porque "as pessoas gostam sempre de aprender mais qualquer coisa".
Fonte: JN

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

José Rodrigues dos Santos recebeu ontem galardão

O jornalista e escritor José Rodrigues dos Santos recebeu, ontem, terça-feira, na Invicta, o Prémio Clube Literário do Porto, no valor de 25 000 euros. O galardão visa "premiar o autor que mais criatividade teve no domínio da ficção". Na cerimónia de entrega do prémio - que já distinguiu escritores como Mário Cláudio, Baptista Bastos, Miguel Sousa Tavares e António Lobo Antunes -, coube ao reitor da Universidade Fernando Pessoa, Salvato Trigo, fazer a apresentação do escritor, que já vendeu cerca de um milhão de exemplares do conjunto da sua obra de ficção e ensaio. O mais recente romance do autor, "Fúria Divina", foi editado em Outubro passado. José Rodrigues dos Santos é considerado um dos autores portugueses que mais vendem em Portugal, o que é confirmado, por exemplo, por "Fúria Divina", que, em menos de dois meses, vendeu cerca de 150 000 exemplares. Da obra literária de José Rodrigues dos Santos, o título de maior êxito continua a ser "O Codex 632", com 189 000 exemplares vendidos. "Fúria Divina" tem como tema de fundo o radicalismo islâmico e é um thriller que acompanha a aventura de Tomás Noronha, um professor da Universidade Nova de Lisboa, perito em criptanálise e línguas antigas. Em entrevista recente, José Rodrigues dos Santos explicava que foi durante uma viagem ao Paquistão, em 2008, que teve a ideia para "Fúria Divina". O livro "O Codex 632" está nomeado para o prémio literário Impac Dublin, no valor de 100 000 euros.

domingo, 27 de dezembro de 2009

Perfil: José Rodrigues dos Santos

Nascido em Moçambique há 45 anos, José Rodrigues dos Santos iniciou-se no jornalismo na Rádio Macau, em 1981. Depois de cursar Comunicação Social da Universidade Nova de Lisboa, trabalhou na BBC, em Londres. Desde 1990, está na RTP. Desde 2002, o jornalista editou os seguintes livros: "A Ilha das Trevas", "A Filha do Capitão", "O Codex 632", "A Fórmula de Deus", "O Sétimo Selo", "A Vida num Sopro" e "Fúria Divina", traduzidos em vários países. Em dois meses, o último vendeu já 150 mil exemplares. O seu título de maior sucesso é "O Codex 632" (2005), com 189 mil exemplares comercializados. O livro está nomeado para o prémio literário Impac Dublin, no valor de cem mil euros. Chegou a falar-se da adaptação ao cinema por estúdios de Hollywood.

sábado, 26 de dezembro de 2009

José Rodrigues dos Santos vence prémio literário

O jornalista e escritor José Rodrigues dos Santos é o vencedor deste ano do Prémio Clube Literário do Porto, no valor de 25 000 euros. O galardão que em anos anteriores distinguiu escritores como Mário Cláudio, Armando Baptista Bastos, Miguel Sousa Tavares e António Lobo Antunes, visa "galardoar o autor que mais criatividade teve no domínio da ficção", segundo nota à imprensa. José Rodrigues dos Santos receberá o galardão terça-feira, às 22h00, no Clube Literário do Porto. O reitor da Universidade Fernando Pessoa, Salvato Trigo fará a apresentação do escritor que já vendeu cerca de um milhão de exemplares do conjunto da sua obra de ficção e ensaio. José Rodrigues dos Santos é considerado um dos autores portugueses que mais vendem em Portugal, confirmado, por exemplo, pelo último romance, "Fúria Divina", que em menos de dois meses vendeu 150 000 exemplares. Da obra literária de José Rodrigues dos Santos, o título de maior sucesso continua a ser "O Codex 632", com 189 000 exemplares vendidos. "Fúria Divina", editado em Outubro, tem como tema de fundo o radicalismo islâmico, um thriller que acompanha a aventura de Tomás Noronha, um professor da Universidade Nova de Lisboa, perito em criptanálise e línguas antigas. José Rodrigues dos Santos editou até agora os romances "A Ilha das Trevas" (2002), "A Filha do Capitão" (2004), "O Codex 632" (2005), "A Fórmula de Deus" (2006), "O Sétimo Selo" (2007), "A Vida num Sopro" (2008) e "Fúria Divina" (2009), traduzidos em vários países. "O Codex 632" está nomeado para o prémio literário Impac Dublin, no valor de 100 000 euros.

sábado, 19 de dezembro de 2009

José Rodrigues dos Santos chega ao milhão de livros

José Rodrigues dos Santos chegou esta semana à soma de um milhão de livros vendidos. A responsabilidade é da 11ª edição de "Fúria Divina", publicada a 24 de Outubro. A obra ocupa o primeiro lugar dos principais pontos de venda do País. Ao todo, já foram vendidos 150 mil exemplares daquele que é o seu último romance. A marca do milhão de livros vendidos engloba as obras de ficção e não ficção de José Rodrigues dos Santos. O livro mais vendido continua a ser "O Codex 632", com 189 mil exemplares, embora "Fúria Divina" se tenha tornado agora a obra de mais rápida venda deste autor. Entre os romances de José Rodrigues dos Santos, "A Fórmula de Deus" foi o livro mais vendido em Portugal no ano de 2006, e "A Vida Num Sopro", o livro mais adquirido no País no ano de 2008.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

"Fúria Divina" lidera vendas de livros

O escritor norte-americano Dan Brown, autor de best sellers como "O Código Da Vinci" e "Anjos e Demónios" está a ser derrotado por José Rodrigues dos Santos no seu próprio terreno – os romances com intrigas internacionais protagonizados por académicos transformados em heróis de acção. Numa das alturas do ano em que se vende mais livros, "Fúria Divina", do jornalista da RTP, lidera as listas de mais vendidos nas principais redes de livrarias nacionais, à frente de "O Símbolo Perdido". Ultrapassar as mais recentes aventuras do simbologista Robert Langdon na FNAC e Bertrand – mais de metade do mercado – traz um "sentimento de surpresa" ao autor de "Fúria Divina". Apesar de vender mais em Portugal do que "O Símbolo Perdido" – que conserva a liderança na FNAC em França e Espanha, bem como no Reino Unido –, Rodrigues dos Santos não acredita que possa derrotar o mestre noutros mercados depois de ter vendido 140 mil exemplares do livro protagonizado por Tomás de Noronha.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

José Rodrigues dos Santos afirma que escrever é um vício

Um mês após o seu lançamento, "Fúria Divina", o sétimo romance do pivô da RTP, vai já na sétima edição, José Rodrigues dos Santos diz que quem o ler fica a compreender melhor o nosso Mundo. Para José Rodrigues dos Santos, a escrita é um vício e, por isso, já vai no sétimo romance. A sua mais recente obra, "Fúria Divina", é uma obra de ficção em que o radicalismo islâmico é protagonista e o Alcorão é lido à letra. Uma história contada num cenário em que o Ocidente vive sob a ameaça nuclear da Al-Qaeda. A revelação da "faceta desconhecida do Islão" é a aposta de José Rodrigues dos Santos. Para escrever "Fúria Divina", o jornalista da RTP até contou com a ajuda de um antigo operacional da rede Al-Qaeda.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

José Rodrigues dos Santos convidado do "Alta Definição"

No próximo sábado, pelas 14h00, José Rodrigues dos Santos será o convidado do programa "Alta Definição", exibido na SIC. O jornalista/escritor escolheu a biblioteca do Convento de Mafra para uma entrevista na qual fala do seu mais recente livro, intitulado "Fúria Divina", mas também de Deus, da relação com o pai e das saudades que tem do progenitor. Gostos pessoais menos conhecidos em diferentes áreas serão desvendados ao longo do programa. O homem que mais vende livros em Portugal apresenta-se assim num tom intimista, revelando imagens nunca antes vistas da sua infância.

domingo, 25 de outubro de 2009

José Rodrigues dos Santos lança "Fúria Divina"

"Fúria Divina", o novo romance de José Rodrigues dos Santos, mistura ficção e realidade. Através de uma história de amor, de espionagem e de aventura, o livro expõe uma questão bem real do nosso tempo - a do radicalismo islâmico. A obra, a sétima do jornalista da RTP, foi ontem apresentada num centro comercial de Lisboa, por um dos primeiros operacionais da Al Qaeda, Abdullah Yusuf, e pelo general Leonel Carvalho. Na apresentação , o general Leonel Carvalho referiu-se a "Fúria Divina" como uma obra que trata "de um tema actual, perturbador e polémico. O livro constitui um alerta para os perigos latentes que nos ameaçam como é o caso do terrorismo global", disse. "Fúria Divina" é, de facto, uma ficção mas é também uma possibilidade", acrescentou. Por seu turno, Abdullah Yusuf, que por várias vezes se reuniu com Osama Bin Laden no Afeganistão e que foi autor de um atentado reivindicado pela Al Qaeda, acusou o "Ocidente e a Europa de seguirem o lema dividir para governar no Oriente, apoiando militarmente países desta região" consoante os interesses de ocasião. José Rodrigues dos Santos, por seu turno, referiu que em Portugal, e no Ocidente em geral, existe uma "enorme ignorância em relação ao Islão". O jornalista refere que a maioria das pessoas considera-a uma religião com um pacifismo parecido com o cristão e que os radicais islâmicos não passam de um bando de loucos. Mas os exames psicológicos que lhes foram feitos pela CIA e pela Mossad mostram que se tratam de pessoas perfeitamente normais". "Descobri que o Islão também é o que nos dizem, mas existe uma outra faceta que nunca nos é mostrada a nós, ocidentais. E é essa faceta desconhecida que "Fúria Divina" traz a público", afirmou.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

José Rodrigues dos Santos muda de registo na RTPN

Na senda do que já é tradição da RTPN, aliás, como frisou o director, José Alberto Lemos, eis que estreia mais um formato sobre livros. Mas "Conversa de Escritores" é diferente: pelo entrevistador, conceito, e protagonistas. O convite foi-lhe endereçado por Carlos Daniel, director-adjunto da RTPN, através do telefone. José Rodrigues dos Santos demorou 24 horas em assentir ao repto lançado. Afinal, foi a primeira vez que lhe perguntaram o que gostaria de fazer. De forma expedita gizou os contornos e atributos do projecto. O jornalista conta que as premissas estabelecidas foram desde logo que: "se tratasse de um programa pioneiro e original, contemplando autores da literatura universal, pouco acessíveis". E assim germinou "Conversas de Escritores", não fosse Rodrigues dos Santos um deles, e por sinal dos mais aclamados da actualidade. A estreia sucede já amanhã, pelas 23h30, na antena da RTPN e terá uma periodicidade semanal. Asseguradas estão 17 emissões com 30 minutos. O pivô da RTPN delineou uma espécie de rota que abarcasse "géneros de autores distintos". Como denominador comum a perpassar as entrevistas, cujo registo é distinto daquele com que é conotado, elegeu: "Falar acerca da obra, além da forma de ver a vida, o mundo e a literatura", a que se soma a pergunta transversal a todos, "O que é para si um bom romance?", na medida em que a partir da resposta "se define o autor". A inaugurar o leque de luxo de entrevistados está Ian McEwan, que de acordo com José Alberto Lemos, "ainda não venceu o Nobel, mas tal poderá acontecer a qualquer momento". Luís Sepúlveda, Sveva Casati Modignani, José Saramago, Ken Follett, Paulo Coelho, Günther Grass, ou Sousa Tavares integram também a lista. O jornalista tem andado em itinerância a propósito das entrevistas. Turim, Londres, Paris, Genebra, ou Milão foram algumas das cidades em que as mesmas tiveram lugar, embora parte se tenham realizado por terras lusas.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

José Rodrigues dos Santos vende direitos das suas obras à RTP

O jornalista e escritor da RTP José Rodrigues dos Santos pode ser o próximo autor contemporâneo a ver uma das suas obras adaptadas ao ecrã. A estação pública anunciou esta quinta-feira a compra dos direitos de opção dos seus livros.
"A Filha do Capitão", "O Codex 632", "O Sétimo Selo" ou "A Vida num Sopro". A intenção é adaptar uma destas quatro obras a um formato de ficção. O autor não tem preferência sobre qual deve ser a primeira. Segundo a informação revelada, o acordo dá à RTP um ano para exercer o direito de opção na adaptação de um destes romances. Se o fizer, o prazo de direito de opção por um ano para todas as restantes é automaticamente renovado. O documento abrange ainda todas as obras de ficção que o escritor vier a publicar enquanto for jornalista da RTP.
De fora ficaram "A Ilha das Trevas", entregue ao realizador Leonel Vieira para adaptação cinematográfica, e "A Fórmula de Deus" que já estava cedido por acordo verbal a uma produtora de cinema. As adaptações podem surgir em televisão ou cinema, série ou filme, em regime de produção exclusiva pela RTP ou de co-produção com entidades nacionais ou internacionais.

sábado, 11 de outubro de 2008

Rodrigues dos Santos: novo livro sai dia 23

"A Vida num Sopro", o novo romance de José Rodrigues dos Santos, chega às livrarias no dia 23. A obra editada pela Gradiva tem 616 páginas e uma tiragem inicial de 50 mil exemplares.