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domingo, 5 de dezembro de 2010

Moura Guedes é fã do humor de Ana Bola

Manuela Moura Guedes quis dar o seu apoio a Ana Bola, no dia em que a humorista e actriz lançou o livro "VIP Manicure". A jornalista esteve na segunda-feira no Teatro São Luiz, Lisboa e garantiu ser fã do humor escrito por Ana Bola. "Sou muito amiga dela e sou fã das duas manicures. Gosto de comédia, mas nem toda a comédia me diverte", garantiu Manuela Moura Guedes que vai voltar brevemente aos ecrãs da SIC. O livro é inspirado nos sketchs que passaram na estação de Carnaxide num formato com o mesmo nome. "Este livro é divertido tanto para ler como para escrever. Não mexi nos textos que foram para o ar", referiu a autora. Maria Rueff elogiou o talento da amiga e colega de trabalho. "Para mim a Bola, o Herman (José) e o Ricardo (Araújo Pereira) são os melhores escritores de diálogos de humor do País", referiu.
Fonte: DN

Mário Crespo feliz com contratação de Moura Guedes

Mário Crespo defende que Manuela Moura Guedes "é um valor acrescentado para a SIC", sobretudo porque se trata de uma jornalista cujas histórias que investigou "se provaram verdadeiras". O pivô da SIC Notícias diz ter "muito prazer em trabalhar com ela na Informação" e faz questão de dizer: "Tenho muito gosto em tê-la na nossa redacção."
Fonte: DN

Chegada de Manuela Moura Guedes divide SIC

A entrada de Manuela Moura Guedes na SIC está a abalar, segundo disse uma fonte ao DN, "as quintinhas" que há muito "estão instaladas" na estação. E está também a obrigar os jornalistas da estação a escolher um de dois lados: a favor ou contra a nova contratação. Sobretudo quando circula nos corredores de Carnaxide que a ex-pivô da TVI vai integrar a equipa de Informação mal acabe de fazer o programa anunciado. "O ambiente na Redacção está tenso", revela uma das fontes da SIC contactadas, que pede anonimato com receio de represálias. Uma outra limita-se a acrescentar adjectivos ao estado de espírito que se vive na estação: "Desde crispado a relutante, a Redacção está dividida, ansiosa e expectante." Uma terceira fonte resume: "O ambiente está a pegar fogo." Rodrigo Guedes de Carvalho parece ser um dos nomes que mais contestam a contratação da generala. "Houve um encontro de quadros no fim de semana, em Tróia, e toda a gente estranhou a ausência dele. Não justificou, mas dizem que faltou por causa dela", diz uma fonte. Outro profissional da Redacção assegura que ouviu o pivô comentar, entre os seus amigos do canal, a sua insatisfação. Até ao fecho desta edição não foi possível obter uma declaração de Rodrigo Guedes de Carvalho. Nem da sua colega do "Jornal da Noite", Clara de Sousa. Até agora, só Miguel Sousa Tavares mostrou oficialmente a sua insatisfação com a opção da Direcção Geral da SIC, tutelada por Luís Marques, e deixou isso bem claro. "A única coisa que não farei é trabalhar com ela. Se a SIC acha que é uma boa aposta, eles é que sabem", afirmou. Em resposta, Moura Guedes desvalorizou as declarações e, em tom de brincadeira, explicou que não haveria nem anticorpos nem vacinas, porque era "um vírus". Alcides Vieira, director de Informação da SIC, não quis prestar declarações no dia da revelação, sábado, e esteve incontactável durante todo o dia. No dia em que Moura Guedes entrar na SIC, e em particular na Redacção, terá de contar ainda com a desconfiança de técnicos, caras do canal e jornalistas. "Ao almoço, não se tem falado noutra coisa e até os editores de imagem e técnicos estão preocupados, sobretudo os que trabalharam com ela na RTP", relata outra fonte, que diz que o que está em causa é o seu método de trabalho. Mas há também quem festeje a contratação. "Se ela vier com o Moniz atrás, então, toda a gente bate palmas", explica fonte da estação, justificando que "as audiências da SIC estão pela hora da morte". Um outro repórter receia que a Informação de Carnaxide ganhe novos contornos : "Temem que se comece a falar mal de Sócrates e do Governo." Por fim, há quem diga que tanta insegurança só é explicável pela "falta de confiança no trabalho que andam a fazer."
Fonte: DN

Estrelas da TVI de malas aviadas para a SIC

A troca de camisolas começou com a saída de Fátima Lopes da SIC para a TVI, no início de Julho. Poucos dias depois, foi a vez de Gabriela Sobral trocar a estação de Queluz de Baixo pela de Carnaxide. Com mais uma novela na calha, a estação de Balsemão começou a contratar actores do canal rival. Manuel Cavaco, Helena Laureno e Maya Booth são os nomes das estrelas que decidiram mudar de "casa". Manuela Moura Guedes, que rescindiu contrato com a TVI a 17 de Outubro, vai ter um programa de informação e actualidade na SIC, no início de 2011.
Fonte: DN

sábado, 4 de dezembro de 2010

Moura Guedes quer equipa de jornalistas críticos

Manuela Moura Guedes ainda não tem equipa definida para trabalhar consigo no programa da SIC, mas tem critérios claros para o tipo de profissionais mais adequados: "Quero jornalistas com sentido crítico. O nosso jornalismo está muito cinzento". "A equipa ainda não está formada, vou formá-la", afirma. "Deve ter profissionais da SIC e outros". Manuela Moura Guedes admite convidar repórteres com quem trabalhou anteriormente na TVI. A pivô rescindiu com a estação da Media Capital a 17 de Outubro, e assumiu, há dias, o regresso à antena, em 2011, através da SIC. A questão do desvio de jornalistas da redacção para este projecto torna-se pertinente se se tiver em conta o ambiente de desconforto reinante entre os profissionais da SIC, desde que se soube desta contratação. O Conselho de Redacção prefere, para já, não se pronunciar. "O nosso jornalismo está muito pomposo, os jornalistas não querem que os políticos se chateiem com eles", comenta ao estilo que lhe é conhecido. "Estamos a precisar de um jornalismo crítico, e o que temos é um jornalismo alforreca, sem espinha dorsal". Uma coisa é certa, Manuela não abdica do papel de jornalista. Ontem, por coincidência, estava a tratar da papelada relativa à renovação da carteira, por não o ter feito em tempo devido. "É como jornalista que vou trabalhar para a SIC, não poderia ser de outra maneira". O conceito do programa está a ser ultimado por Luís Marques, director geral, com a participação de Alcides Vieira, responsável pela Informação, faz notar. "Não será um programa de hard news, isso não será; terá análise da actualidade, será aberto a comentários". Resta saber como posicionará a direcção do canal este formato. Alcides Vieira tem permanecido incontactável. Na televisão nacional, "Prós e Contras", recorde-se, começou por pertencer à área dos programas e só depois dos reparos da Entidade Reguladora veio a encaixar-se na Informação da RTP. Recentemente, Conceição Lino optou por entregar a carteira de jornalista para apresentar o talk show "Boa Tarde".
Fonte: JN

Manuela Moura Guedes vai ter programa semanal na SIC

A jornalista e o director geral da SIC preparam o formato do programa, a arrancar em Janeiro. Luís Marques e Manuela Moura Guedes confirmam que estão "a desenvolver em conjunto o formato" do programa que a jornalista vai apresentar, a partir "do início do próximo ano", na SIC. Acabou, assim, o tabu sobre a contratação da ex pivô da TVI, depois de diversos rumores terem circulado sobre a passagem de Moura Guedes para a SIC, que foram sempre desmentidos. Garantida, nesta fase das negociações, está a presença semanal da jornalista na programação da SIC, em princípio no final da semana. O formato não está definido, nem o nome do programa, sabendo-se apenas que terá carácter "informativo, será outro olhar sobre a realidade, sem dúvida surpreendente e irreverente", diz Luís Marques. "Um programa na linha do que sempre fiz ao longo da minha carreira como jornalista", acrescenta Manuela Moura Guedes. A jornalista não vai integrar os quadros da SIC, ficando vinculada à estação de televisão por um contrato de prestação de serviços - que ainda não foi assinado, nem tão pouco estão fixados valores.
Fonte: Expresso

domingo, 28 de novembro de 2010

Manuela Moura Guedes na SIC

Manuela Moura Guedes prepara-se para regressar aos ecrãs, agora na SIC. A notícia está na capa de amanhã do semanário EXPRESSO, que avança que a ex-subdiretora da TVI terá um programa semanal de informação, que estará no ar já no início do próximo ano. Porém, Moura Guedes confirma que existem conversações com a direcção da SIC, mas acrescenta que "nada está definido". As negociações são também confirmadas por Nuno Santos, director de programas da SIC. "Estamos a conversar e a discutir uma eventual colaboração", afirmou. As conversas entre a mulher de José Eduardo Moniz e a direção do canal de Carnaxide terão começado há cerca de duas semanas e, apesar de ainda não existir uma confirmação oficial, já terão sido concluídas com sucesso. Manuela Moura Guedes saiu da TVI no passado mês de Outubro, depois de quase um ano afastada dos ecrãs, na sequência do cancelamento do "Jornal Nacional" da TVI.
Fonte: Caras

sábado, 27 de novembro de 2010

Manuela Moura Guedes e SIC perto de um acordo

Manuela Moura Guedes e responsáveis da SIC de Pinto Balsemão têm negociações muito avançadas para o regresso da jornalista aos ecrãs. "Temos falado sobre isso sim, temos discutido coisas mais ou menos concretas, mas não está nada definido", disse Manuela Moura Guedes. Também Nuno Santos, director de programas da estação de Carnaxide confirmou que existem conversações entre as duas partes. "Estamos a conversar e a discutir uma eventual colaboração", disse, frisando que ainda não está nada definido. "Já houve um encontro mais detalhado mas não temos pressa. Estamos a encontrar um caminho", diz o responsável que não adianta quando pensam arrancar com o novo desafio: "Temos um timing de duas semanas para trocar informação e ainda estamos dentro desse prazo". Sobre o modelo de programa em cima da mesa, Manuela Moura Guedes frisa que só poderá ser na informação: "Sou jornalista mas a informação pode ser feita de várias maneiras". Já Nuno Santos garantiu que o formato do programa será de informação. As negociações começaram há cerca de 15 dias e na primeira reunião participaram Manuela Moura Guedes, Luís Marques (director geral da SIC), Alcides Vieira (director de Informação e Nuno Santos). Manuela Moura Guedes saiu definitivamente da TVI no passado dia 17 de Outubro, data em que rescindiu contrato com a estação. Mas a pivô estava já ausente do ecrã desde Setembro de 2009, altura em que a TVI cancelou o "Jornal Nacional" de Moura Guedes, então subdirectora de informação do canal, era responsável.
Fonte: Público

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Boucherie Mendes quer Moura Guedes na SIC Radical

Desde que deixou a TVI, Manuela Moura Guedes tornou-se num alvo apetecível da concorrência. Pedro Boucherie Mendes é um dos entusiastas da contratação da jornalista. "Se ela quiser, é já amanhã", diz sobre uma possível contratação da jornalista para a SIC Radical. O director da Radical e dos canais temáticos da SIC acrescenta ainda: "O que eu não daria para ter a Manela na Radical..." E o que poderia fazer a generala numa estação como a Radical? "Qualquer programa de TV. Tudo o que faz ou onde vai como convidada faz subir as audiências. É uma excelente profissional", elogia, para rematar: "Mas claro que teria de conversar com ela e depois com os meus chefes." Confrontada com as declarações de Pedro Boucherie Mendes, Manuela Moura Guedes solta umas boas gargalhadas e exclama: "Está doido, mas era giro. Nunca tinha pensado nisso." A jornalista prossegue num tom sério: "Em teoria, claro, gostava de ir para a Radical. Teria pano para mangas para poder fazer o que uma pessoa com o meu feitio gosta de fazer. Dar largas à imaginação e à criatividade, sem ter limites." A ex-subdirectora de Informação da TVI, estação com a qual rescindiu contrato a 17 de Outubro, diz até que tem um feitio "muito pró radical". E explica: "Afinal, muitas vezes eu é que tenho de me impor limites." E se Pedro Boucherie Mendes avançar mesmo com um convite? "Não rejeito. É uma ideia que não coloco de lado. Gosto da Radical, acho graça. Aliás, vejo-me mais na Radical do que em certos programas pomposos, que são chatos. Por isso, a minha alma de radical agradece ao Boucherie", responde. Manuela Moura Guedes até nem perde um episódio da série americana "South Park", emitida pelo canal. "Sou fã e adoro. Foi o meu filho Francisco que me introduziu na série. Tenho pena que não tenha mais projecção em Portugal. Basta ver essa série para se perceber bem o espírito da Radical, que é fabuloso", elogia. Voltar ao entretenimento, como fez no início de carreira na RTP1, não está nos planos da pivô do antigo "Jornal Nacional 6ª". Mas adoraria conduzir um formato cujo conteúdo tivesse informação e actualidade. "Há muitos modelos de informação. Não é só apresentar jornais. Aliás, apresentar um jornal era a última coisa que me apetecia fazer. A informação e a actualidade podem ser divertidas", defende. Também Gabriela Sobral, que trabalhou com Moura Guedes na TVI e que agora é directora de Produção da SIC, não esconde que gostava de ter a "generala" na estação de Carnaxide. "Uma coisa é gostar, outra é poder trabalhar com ela e não há nada em concreto", sublinha. Gabriela Sobral foi uma das convidadas do jantar-surpresa que José Eduardo Moniz fez à mulher no dia 23 de Outubro. A responsável da SIC tem uma amizade de longa data com o casal.
Fonte: DN

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Gabriela Sobral abre porta da SIC a Manuela Moura Guedes

"A Manuela [Moura Guedes] é uma pessoa extremamente carismática, que tem tudo para posicionar um programa com uma expectativa de audiência muito grande", disse Gabriela Sobral, directora de Produção da SIC. Sem revelar estratégias ou eventuais contratações, a ex-braço-direito de José Eduardo Moniz na TVI adiantou no entanto não ter dúvidas de que Manuela Moura Guedes seria "uma mais valia para a SIC." "Confesso que já pensei nisso, mas não é nada que esteja resolvido. Eu, o Luís Marques [director geral] e o Nuno Santos [director de Programas] temos andado a pensar nisso. Não há convites feitos, mas diria que todas as portas são uma possibilidade", disse Gabriela Sobral. A directora de Produção da SIC acredita que a ex-subdirectora de Informação da TVI "tem características para apresentar um grande projecto. Como tinha para o "Jornal Nacional 6ª"". Nesse sentido, considera ainda que "ela pode trazer novos públicos à SIC. Tinha um público fiel que via o jornal todas as sextas feiras. Não é por acaso. Aquelas pessoas de certeza que gostavam de voltar a vê-la no ecrã e em qualquer tipo de formato." Gabriela Sobral recordou o programa "Raios e Coriscos", que a jornalista co-apresentou com Catarina Portas na RTP1. "Grande parte do sucesso do formato era o carisma dela. A Manuela tem características para apresentar qualquer projecto, seja de informação ou de entretenimento", sublinhou. Gabriela Sobral fez ainda um "balanço positivo" dos dois meses em que está a trabalhar no canal de Pinto Balsemão e garantiu que a SIC vai voltar "a liderar audiências".
Fonte: CM

Moura Guedes criticou TVI no "Lado B"

Manuela Moura Guedes quer voltar a trabalhar, mas não sabe onde e quando será. "Quero fazer uma coisa que me divirta e de que goste, mas não sei para já o quê, não tenho nada na cabeça. Não procurei nada, as coisas vêm ter comigo e se houver alguma coisa...", afirmou à imprensa, na sexta-feira à noite, à saída do programa da RTP em que foi entrevistada, o "Lado B", com Bruno Nogueira. Nesta primeira aparição, cerca de três semanas depois de ter rescindido contrato com a TVI e de ter recebido uma indemnização de mais de 300 mil euros, a pivô voltou a criticar o canal de Queluz de Baixo. "A informação na TVI é inexistente, não se sabe que filosofia é aquela, é um amálgama de coisas sem norte, não existe, é uma porcaria. Não vejo", garantiu. Na noite de sexta, a jornalista voltou a sentar-se a uma mesa e a ler, no seu estilo inconfundível, notícias para a câmara. Confirmou que os textos lidos em "Lado B" foram da sua autoria. "Sempre fiz coisas destas, a realidade tem sempre muito de ridículo e basta ir ao fundo. É preciso ter sentido crítico e é pena que o jornalismo seja visto sem ele. Em Portugal, há pontos onde ainda existe, mas não está instituído", criticou, sem revelar exemplos.
Fonte: DN

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Manuela Moura Guedes convidada de "Lado B"

Manuela Moura Guedes é hoje convidada de Bruno Nogueira no programa "Lado B", que a RTP1 emite a partir das 22h59. É a primeira entrevista da jornalista desde que rescindiu com a TVI no dia 17 de Setembro. O humorista tem mais dois convidados, Rui Unas e Carlos Neves, lutador de sumo profissional.
Fonte: DN

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Manuela Moura Guedes teve jantar de despedida da TVI

Uma semana depois de rescindir contrato com a TVI, Manuela Moura Guedes reuniu-se para jantar com os amigos e ex-colegas de Queluz de Baixo. O encontro, que visou assinalar a despedida da TVI de Manuela Moura Guedes, foi todo ele organizado pelo marido, que manteve surpresa até pouco antes da ocasião. A jornalista chegou ao local acompanhada pelo amigo Carlos Quevedo, entrando surpreendida no restaurante onde era aguardada por ex-colegas e amigos. No jantar, que teve lugar num restaurante em Alfama, Lisboa, marcaram presença o marido da jornalista, José Eduardo Moniz, os dois filhos do casal, Madalena e José Maria, Júlia Pinheiro e o marido, Rui Pêgo, Catalina Pestana, Susana Bento Ramos, Henrique Garcia, José Pedro Vasconcelos e Gabriela Sobral, entre outros. Após a sua saída definitiva da TVI, Manuela comparou a situação ao fim de uma amizade que termina após a outra parte nos ter desiludido. "É como em qualquer outra ligação. Deixou de existir. Quando percebemos que não conhecemos uma pessoa, não nos podemos identificar. Não sinto nada", disse. Moura Guedes estava na estação de Queluz desde 1995 e a administração, em 2005, também a afastou temporariamente do ecrã.
Fonte: JN

domingo, 24 de outubro de 2010

Futuro de Manuela Moura Guedes passa pela SIC?

Na semana em que a eterna generala deixou de ser, oficialmente, uma funcionária da TVI, começam também a surgir notícias sobre o seu futuro. Há muito que a imprensa tem veiculado que, dentro em breve, Manuela Moura Guedes poderá mudar-se de armas e bagagens para a rival SIC. E essa opinião é partilhada por três figuras bem conhecidas do audiovisual português, que falaram sobre este assunto. Na opinião de Teresa Guilherme, a esposa de José Eduardo Moniz poderá ter em Carnaxide um programa só seu e, "com o seu nível seria melhor um programa de debate político. Vejo-a num registo semelhante ao do Miguel Sousa Tavares", explicou a eterna senhora televisão. Já Joaquim Letria defende que Manuela Moura Guedes "até pode apresentar em qualquer parte do mundo. É boa pivô, sabe escolher os conteúdos e valoriza um jornal.". Na opinião do crítico de televisão, "uma profissional como a Manuela Moura Guedes não deve ser desprezada", defendeu. Francisco Penim, por sua vez, acredita que, no entretenimento, a jornalista poderia dar cartas: "Veria isso como uma possibilidade, mas as pessoas que estão na SIC é que sabem", começa por dizer, acrescentando que na informação de Carnaxide não há lugar para a polémica comunicadora: "não se identifica com a imagem que a SIC tem". Por último, Emídio Rangel manifestou uma opinião contrária e defende que não a iria contratar, até "porque ela não tem condições para se expor no ecrã".
Fonte: TV Universo

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Manuela Moura Guedes já disse adeus à TVI

Manuela Moura Guedes já não é funcionária da TVI. A jornalista confirmou a rescisão do contrato através de uma mensagem colocada na sua página do Facebook, na noite de ontem, segunda-feira. Reproduz-se aqui a referida mensagem: "Faço parte, a partir de hoje, do imenso grupo de desempregados deste País! Está acabado o meu contrato de trabalho com a TVI! Acaba-se um ano de pesadelo sempre à espera que se fizesse justiça... E era impossível voltar porque seria para fazer o que sempre fiz, jornalismo verdadeiro que não cede a pressões, vindas de onde vieram. Estou um pouco assustada com o futuro... Mas, para já, obrigada pelos mimos que me dão", escreve Manuela Moura Guedes. Em baixa médica desde 28 de Setembro de 2009, altura em que o seu "Jornal Nacional 6ª" foi apagado da antena da TVI, a mulher de José Eduardo Moniz acaba assim o contrato com a estação onde trabalhava desde 1995.
Fonte: Sapo Fama

Mário Crespo quer Manuela Moura Guedes na SIC

A hipótese de Manuela Moura Guedes sair da TVI (o que já aconteceu) para a SIC continua a ser murmurada nos meios televisivos. Nos corredores do canal de Carnaxide ouvem-se vozes a favor e contra, mas há pelo menos um homem que se bate publicamente por ela: Mário Crespo. "Gostava de trabalhar com a Manuela Moura Guedes porque ela é uma mais valia para a Informação", confessa o apresentador de "60 Minutos", programa da SIC Notícias. "Trabalhei muitos anos com a Manela no "Jornal das 9", da RTP2. Ela sempre teve um registo muito próprio e tem lugar na SIC, mesmo que seja para fidelizar os espectadores", adianta Mário Crespo.
Fonte: Sapo

Sair da TVI é o fim do pesadelo para Moura Guedes

"É o final de um pesadelo ao fim de um ano. É um alívio, embora a sensação de injustiça não tenha terminado", afirmou à agência noticiosa a jornalista. Manuel Moura Guedes acrescentou que o quer agora é "esquecer e por uma pedra no assunto", mas acrescentou: "A TVI que conheci já não é a mesma, por isso era inevitável que isto acontecesse, já não me enquadrava lá". Quanto a projectos futuros, Manuela Moura Guedes não quis adiantar quaisquer pormenores e disse apenas esperar "qualquer coisa boa". Manuela Moura Guedes deixou a TVI, depois de ter chegado a acordo com a estação televisiva quanto à rescisão do seu contrato de trabalho. As duas partes chegaram a acordo no domingo, 17 de Outubro, deixando a jornalista Manuela Moura Guedes de fazer parte dos quadros da estação.
Fonte: DN

SIC não fecha as portas a Manuela Moura Guedes

A SIC "não está a equacionar" a contração de Manuela Moura Guedes, que rescindiu contrato com a TVI no passado domingo, mas a estação de Balsemão não fecha as portas à jornalista, mulher de José Eduardo Moniz. Contactado, o director geral da SIC esclarece que "o assunto não está sequer em cima da mesa", mas não foi capaz de garantir que a antiga pivô do "Jornal Nacional" não virá a integrar qualquer projecto da estação. "Só hoje [ontem] soube que ela tinha rescindido contrato e, como calcula, esse assunto não está no topo das minhas prioridades, nem sequer em cima da mesa. Mas não posso garantir que ela nunca virá para a SIC, isso não posso", disse. Luís Marques lembrou que tem "grande consideração profissional e estima pessoal" por Moura Guedes e que isso não mudou. "Acho que ela é uma excelente jornalista, mas isso não quer dizer que ela venha para cá, até porque não sei se se enquadra nas nossas necessidades. Nunca pensei nisso", sublinhou o responsável da SIC. Já a RTP não tem qualquer dúvida: Manuela Moura Guedes não é profissional que a empresa pública deseje ter nos seus quadros. "Não, não! É apenas isto que tenho para dizer, não tenho mais nada a acrescentar", disse o director de informação da estação, José Alberto Carvalho, que tem, recorde-se, há anos, um diferendo público com Moura Guedes, depois de acusações que lhe foram feitas pela jornalista. A saída da antiga pivô da estação da Prisa era há muito aguardada, desde 4 de Setembro do ano passado, quando a administração do canal suspendeu o "Jornal Nacional 6ª" . A 28 desse mesmo mês, Moura Guedes entrou de baixa clínica, que foi sendo renovada até agora, altura em que chegou a acordo para abandonar a empresa. "Era a única solução", admite Moura Guedes, que acrescenta que a empresa que conheceu "já não é a mesma" e que, apesar de ter "terminado o calvário", continua a sentir-se "injustiçada". Quanto ao futuro, a jornalista diz-se optimista. "Aprendi que depende um bocado de nós, mas há outra parte que é uma grande incerteza. Mesmo assim aguardo o futuro com optimismo", afirmou. Por isso, acrescenta, está disponível: "Estou aqui. Estou livre para fazer tudo aquilo para o qual me achem apta e que eu goste de fazer." A jornalista adverte, porém, que não está receptiva a qualquer formato. "Não faço qualquer coisa, nem faço as coisas de qualquer maneira. Mas, sobre isso, as pessoas conhecem-me bem." Do que Manuela Moura Guedes não fala é dos valores da rescisão com a TVI. "O acordo obriga-me a não falar sobre essa questão. Até sobre isso me proíbem", desabafa. Uma fonte próxima do processo revela que as negociações prolongaram-se "por três meses" e que Manuela Moura Guedes não recebeu "um milhão como desejava, mas talvez metade dessa quantia". Duas fontes bem colocadas, uma próxima da TVI, outra da jornalista, coincidem num valor: "Pela lei, a empresa devia pagar-lhe cerca de 300 mil euros pelos 11 anos que ela trabalhou lá." No entanto, admitem que a administração "deve ter-lhe dado mais do que 1,2 salários por mês. Talvez mesmo 1,5", o que terá feito o valor da rescisão subir até aos 550 a 600 mil euros. "Não falo sobre esse assunto. Não foi um processo curto, foi longo", disso o director geral da TVI. João Cotrim Figueiredo não fala em números: "Não confirmo nem desminto valores. Foi por mútuo acordo e chega", concluiu.
Fonte: DN

Moura Guedes sai da TVI por falta de identificação com o canal

A jornalista Manuela Moura Guedes rescindiu este domingo o seu contrato com a TVI, informou a estação de televisão em comunicado. "No passado dia 17 de Outubro foi acordada, por mútuo acordo, a rescisão do contrato de trabalho entre a TVI e a jornalista Manuela Moura Guedes que deixa assim, a partir desta data, de fazer parte dos quadros da estação", lê-se na nota, onde também é explicado que "por razões de confidencialidade inerente ao acordo celebrado, a TVI entende não dever adiantar pormenores nem comentários acerca do mesmo". A jornalista chegou a dizer publicamente que não sairia do canal sem uma indemnização no valor de um milhão de euros. Contactada, Manuela Moura Guedes disse não poder comentar as condições em que sai da estação. Sobre o último ano, apelidou-o como "com pesadelo que foi público" e que foi composto com "um conjunto de episódios" dos quais nem sempre foi protagonista. No que diz respeito às suas recordações dos 15 anos na TVI, respondeu: "Gostei muito do que fiz mas as empresas são empresas. Quando me identifico eu gosto e quando deixo de me identificar não sinto nada". Na madrugada de hoje a jornalista já tinha avançado a notícia na sua página na rede social Facebook: "Faço parte, a partir de hoje, do imenso grupo de desempregados deste País! Está acabado o meu contrato de trabalho com a TVI! Acaba-se um ano de pesadelo sempre à espera que se fizesse justiça... E era impossível voltar porque seria para fazer o que sempre fiz, jornalismo verdadeiro que não cede a pressões vindas de onde... vierem. Estou um pouco assustada com o Futuro... mas, para já, obrigada pelos mimos que me dão!" A direcção de informação da TVI não quis comentar a saída de Moura Guedes, mas o PÚBLICO sabe que toda a negociação foi feita directamente com a administração do canal. A pivot estava de baixa médica há mais de um ano, após ter sido suspendido em Setembro do ano passado o telejornal que apresentava, o "Jornal Nacional 6ª". Um cancelamento na véspera das eleições legislativas, que gerou fortes polémicas e que chegou a ser atribuído ao primeiro-ministro, José Sócrates, por naquele espaço se terem divulgado várias notícias sobre o caso Freeport. A decisão fez também cair a direcção de informação do canal maioritariamente detido pelo grupo espanhol Prisa. A jornalista chegou mesmo a mover um processo contra José Sócrates na sequência das suas declarações sobre o "Jornal Nacional 6ª", alegando que tinha sido alvo de difamação. O procurador-adjunto do Departamento de Investigação e Acção Penal pediu, sem autorização superior, o levantamento da imunidade parlamentar do primeiro-ministro – o que lhe valeu uma sanção do Conselho Superior do Ministério Público. O inquérito foi entretanto arquivado.Moura Guedes estava na estação de Queluz desde 1995 e esta não foi a primeira vez que foi afastada: a administração da Media Capital, em 2005, também a afastou temporariamente do ecrã.
Fonte: Público

Manuela Moura Guedes rescinde e sai da TVI

A jornalista Manuela Moura Guedes vai sair da TVI, depois de ter chegado a acordo com a estação televisiva quanto à rescisão do seu contrato de trabalho. As duas partes chegaram a acordo no domingo, 17 de Outubro, deixando a jornalista Manuela Moura Guedes de fazer parte dos quadros da estação. "Por razões de confidencialidade inerente ao acordo celebrado, a TVI entende não dever adiantar pormenores nem comentários acerca do mesmo", frisa um comunicado da estação televisiva. Manuela Moura Guedes encontrava-se de baixa médica desde 28 de Setembro do ano passado, depois de um longo processo que em que a jornalista se envolveu com polémicas com o primeiro ministro José Sócrates. A situação remonta a Abril de 2009, quando Sócrates, agastado com aquilo que considerava uma linha editorial antagonista do Governo, criticou o "Jornal Nacional 6ª", apresentado por Manuela Moura Guedes, chamando-lhe um jornal "travestido". No dia 3 de Setembro de 2009, uma quinta feira, a administração da Media Capital - dona da TVI - anunciou que o "Jornal Nacional" do dia seguinte, sexta-feira - habitualmente apresentado por Manuela Moura Guedes e criticado em Abril por Sócrates - ia ser suspenso. Segundo Manuela Moura Guedes, o noticiário que iria para o ar no dia seguinte incluía novos dados sobre o caso Freeport. Como consequência, a direcção do canal demitiu-se, a redacção repudiou o "atentado à liberdade de imprensa", o antigo director-geral da TVI, José Eduardo Moniz, falou em "escândalo", os partidos políticos em "censura" e o presidente da ERC qualificou o caso como "absolutamente inaceitável". O caso levou a jornalista a interpor um processo contra o primeiro-ministro, mas sobretudo aumentou a visibilidade do confronto. Poucos meses depois Sócrates era acusado de usar a sua influência para suspender o "Jornal Nacional" da TVI.
Fonte: JN