Audição de Manuela Moura Guedes na ERC foi gravada
"Fiz questão de que a audição fosse gravada. E puseram logo dois gravadores à minha frente", contou Manuela Moura Guedes, que foi ouvida na Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) no âmbito do processo de averiguações de ingerência política e económica na suspensão do "Jornal Nacional 6ª", da TVI. A jornalista e ex-pivô do referido noticiário, que saiu do ar a 3 de Setembro, explica como se passou: "Quando oiço um dos elementos do conselho, o dr. Luís Gonçalves, dizer que queria que ficasse registado que se opunha ao facto de a audição não ser gravada – tal como tinha acontecido na audição anterior com o José Eduardo [Moniz] –, eu disse logo que não compreendia porquê e que fazia questão que a minha fosse." "A gravação é uma prova testemunhal que tem toda a relevância", disse a propósito, Luís Gonçalves da Silva, o vogal da ERC que propôs a abertura deste processo. A ERC deverá ouvir a antiga direcção de Informação, constituída por Maia Abreu, Mário Moura e Manuela Moura Guedes, e a administração da TVI. Moura Guedes recusa revelar o conteúdo das questões que lhe foram colocadas, mas garante: "Foram perguntas objectivas. Confesso que estou muito satisfeita com a audição."
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