quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Crise e eleições abrem apetite para o humor

Foi o humor que deu visibilidade às Produções Fictícias e esta área não vai ser descurada na estratégia da empresa liderada por Nuno Artur Silva. As PF apresentam-se como rede criativa, que cruza vários tipos de talento.
Apesar de o humor já não ser a única área em que as PF trabalham, esta continua a ser a face mais visível e reconhecida da empresa. Gato Fedorento e "Os Contemporâneos" são dois dos exemplos recentes do trabalho realizado pela rede criativa.
Por 2009 ser um ano de eleições, além da crise instalada, é uma altura em que se abre muita apetência para conteúdos de comédia, adiantou ontem aos jornalistas o administrador Nuno Artur Silva, durante a apresentação da nova estrutura das PF.
Uma das apostas é a recuperação do programa da Antena 3 "Cómicos de Garagem", que também poderá ser acompanhado pela net. Aliás, apesar dos projectos para televisão representarem 70% da actividades das PF, as novas plataformas são fundamentais para a divulgação dos trabalhos.
Dividida em departamentos com a chancela PF - agência, original, empresas, new media, júnior, formação e produção - que funcionam interligados, mas de forma autónoma, as PF apresentam-se como rede criativa.
O que significa que além do agenciamento de autores, actores e outros artistas, as PF evoluíram para uma estrutura que permite o desenvolvimento de projectos nas várias áreas e com a possibilidade de colaboração com outras pessoas e entidades do ramo.

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