"Aquilo não é um telejornal, é uma caça ao homem, é "um telejornal travestido", feito de "ódio e de perseguição, disse José Sócrates, na entrevista à RTP1, na terça-feira à noite. O primeiro-ministro aproveitou a ocasião para exprimir a sua opinião sobre o "Jornal Nacional 6ª Feira", da TVI, dirigido pela jornalista Manuela Moura Guedes e com os comentários de Vasco Pulido Valente. Declarações suficientes para que a jornalista, nessa mesma noite, tenha declarado que o iria processar. No dia seguinte, em directo e no arranque do "Jornal Nacional", José Eduardo Moniz, director-geral da TVI, anunciou já ter avançado com um processo judicial contra o primeiro-ministro, acusando ainda José Sócrates de usar "processos de intimação de jornalistas". O responsável da estação de Queluz disse ainda ter ouvido com "surpresa" e "estupefacção" as palavras de José Sócrates na entrevista na RTP1. Depois destas trocas de acusações em directo, nas televisões, cresceu a expectativa em torno do que traria a edição seguinte do "Jornal Nacional 6ª Feira". Apesar de o prato forte ter voltado a ser o caso Freeport, não houve revelações bombásticas. Mas as audiências mostram que os portugueses estão muito curiosos em relação a este caso: o espaço informativo de Manuela Moura Guedes atingiu o máximo de audiência deste ano. Foi acompanhado por quase 1,4 milhões de telespectadores, conquistando um share de 40%, o maior deste o início do ano. Quer isto dizer que quatro em cada dez portugueses que estavam a ver a televisão, durante o espaço de tempo de emissão do "Jornal Nacional", preferiram este programa. No entanto, esta não foi a mais alta audiência conseguida pela informação da TVI em horário nobre desde o início do ano. No dia 1 de Abril, uma quarta-feira, o "Jornal Nacional" ultrapassou mesmo a fasquia dos 1,4 milhões de espectadores.domingo, 26 de abril de 2009
"Jornal Nacional" atinge máximo de audiência
"Aquilo não é um telejornal, é uma caça ao homem, é "um telejornal travestido", feito de "ódio e de perseguição, disse José Sócrates, na entrevista à RTP1, na terça-feira à noite. O primeiro-ministro aproveitou a ocasião para exprimir a sua opinião sobre o "Jornal Nacional 6ª Feira", da TVI, dirigido pela jornalista Manuela Moura Guedes e com os comentários de Vasco Pulido Valente. Declarações suficientes para que a jornalista, nessa mesma noite, tenha declarado que o iria processar. No dia seguinte, em directo e no arranque do "Jornal Nacional", José Eduardo Moniz, director-geral da TVI, anunciou já ter avançado com um processo judicial contra o primeiro-ministro, acusando ainda José Sócrates de usar "processos de intimação de jornalistas". O responsável da estação de Queluz disse ainda ter ouvido com "surpresa" e "estupefacção" as palavras de José Sócrates na entrevista na RTP1. Depois destas trocas de acusações em directo, nas televisões, cresceu a expectativa em torno do que traria a edição seguinte do "Jornal Nacional 6ª Feira". Apesar de o prato forte ter voltado a ser o caso Freeport, não houve revelações bombásticas. Mas as audiências mostram que os portugueses estão muito curiosos em relação a este caso: o espaço informativo de Manuela Moura Guedes atingiu o máximo de audiência deste ano. Foi acompanhado por quase 1,4 milhões de telespectadores, conquistando um share de 40%, o maior deste o início do ano. Quer isto dizer que quatro em cada dez portugueses que estavam a ver a televisão, durante o espaço de tempo de emissão do "Jornal Nacional", preferiram este programa. No entanto, esta não foi a mais alta audiência conseguida pela informação da TVI em horário nobre desde o início do ano. No dia 1 de Abril, uma quarta-feira, o "Jornal Nacional" ultrapassou mesmo a fasquia dos 1,4 milhões de espectadores.
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