O Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas analisa hoje a dura troca de palavras entre Manuela Moura Guedes e o bastonário da Ordem dos Advogados, Marinho Pinto, ocorrida na última edição do "Jornal Nacional". Orlando César, presidente deste órgão, explicou que esta foi a única situação em que o Conselho recebeu pedidos de parecer em relação ao "Jornal Nacional". O caso da última sexta-feira é, segundo este responsável, um daqueles "em que se deve reflectir sobre o papel de um pivô". "Não fizemos um estudo exaustivo, mas do que podemos observar, é um jornal que é agressivo, que procura o sensacionalismo, confundindo isso com acutilância jornalística", revelou. Orlando César frisou ainda que, segundo o Código Deontológico dos Jornalistas, "temos a obrigatoriedade de ouvir todas as pessoas com interesses antendíveis num caso. Quem não o faça, está a desrespeitar o espectador". Quanto às polémicas que envolvem o primeiro-ministro, o presidente do Conselho lembrou que "existem mecanismos para que, quem se sente afectado, possa reagir. Seja por processo judicial, exigência de rectificação de factos ou direito de resposta". Recorde-se que José Sócrates apresentou em tribunal queixas contra jornalistas da estação e que a TVI, por seu lado, também anunciou que iria colocar o primeiro-ministro em tribunal. sexta-feira, 29 de maio de 2009
Entrevista a bastonário analisada pelo Conselho Deontológico
O Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas analisa hoje a dura troca de palavras entre Manuela Moura Guedes e o bastonário da Ordem dos Advogados, Marinho Pinto, ocorrida na última edição do "Jornal Nacional". Orlando César, presidente deste órgão, explicou que esta foi a única situação em que o Conselho recebeu pedidos de parecer em relação ao "Jornal Nacional". O caso da última sexta-feira é, segundo este responsável, um daqueles "em que se deve reflectir sobre o papel de um pivô". "Não fizemos um estudo exaustivo, mas do que podemos observar, é um jornal que é agressivo, que procura o sensacionalismo, confundindo isso com acutilância jornalística", revelou. Orlando César frisou ainda que, segundo o Código Deontológico dos Jornalistas, "temos a obrigatoriedade de ouvir todas as pessoas com interesses antendíveis num caso. Quem não o faça, está a desrespeitar o espectador". Quanto às polémicas que envolvem o primeiro-ministro, o presidente do Conselho lembrou que "existem mecanismos para que, quem se sente afectado, possa reagir. Seja por processo judicial, exigência de rectificação de factos ou direito de resposta". Recorde-se que José Sócrates apresentou em tribunal queixas contra jornalistas da estação e que a TVI, por seu lado, também anunciou que iria colocar o primeiro-ministro em tribunal.
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