Os blocos informativos existiram desde o início das emissões regulares da RTP em 1957. Eram emitidos às 22h00, duravam 15 minutos (cinco para um noticiário lido e o restante para um "Jornal de Actualidades"), sendo da responsabilidade da secção de Cinema e Noticiários, conta Hogan Teves. Em Maio de 1966, ficou "assente que a duração do "Telejornal" passa a ser rigorosamente de 20 minutos [e] caso exceda a duração concedida, deve ser cortado, como qualquer outro programa". No final dos anos 60, surgem pela primeira vez locutoras a apresentar o "Telejornal" e surgem "os primeiros efeitos da radicalização da estratégia televisiva: o "Telejornal" inicia então o que viria a ser o longo requisitório de opinião produzida ao longo dos anos do salazarismo e do caetanismo", escreve o investigador Francisco Rui Cádima em "A Televisão e a Ditadura" (1957-1974).segunda-feira, 27 de julho de 2009
"Telejornal" comemora 50 anos
Os blocos informativos existiram desde o início das emissões regulares da RTP em 1957. Eram emitidos às 22h00, duravam 15 minutos (cinco para um noticiário lido e o restante para um "Jornal de Actualidades"), sendo da responsabilidade da secção de Cinema e Noticiários, conta Hogan Teves. Em Maio de 1966, ficou "assente que a duração do "Telejornal" passa a ser rigorosamente de 20 minutos [e] caso exceda a duração concedida, deve ser cortado, como qualquer outro programa". No final dos anos 60, surgem pela primeira vez locutoras a apresentar o "Telejornal" e surgem "os primeiros efeitos da radicalização da estratégia televisiva: o "Telejornal" inicia então o que viria a ser o longo requisitório de opinião produzida ao longo dos anos do salazarismo e do caetanismo", escreve o investigador Francisco Rui Cádima em "A Televisão e a Ditadura" (1957-1974).
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