"Manuela Moura Guedes pediu esclarecimentos sobre questões relativas aos procedimentos do processo [cancelamento do "Jornal Nacional 6ª"]. Nesse sentido, foram-lhe concedidos mais uns dias para ela responder ao questionário que lhe enviámos", disse Estrela Serrano, membro da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC). O prazo para a ex-subdirectora de Informação do canal de Queluz responder expirava sexta, mas o Regulador já tinha em mãos o pedido de esclarecimento da jornalista, que deu entrada durante esta semana. Esta solicitação de Moura Guedes terá surgido na sequência de ter tomado conhecimento de que o Regulador não pode garantir sigilo às suas declarações. Recorde-se que fonte próxima da jornalista explicou que ela temia represálias por ter um dever de lealdade para com a empresa. Moura Guedes decidiu precaver-se e tomou outras medidas. A ERC não pode garantir sigilo nos seus processos, visto que, ao abrigo da lei, tem de ser transparente. O Regulador diz ainda que esta "suspensão ou alargamento do prazo para resposta não tem precisão de dias", ou seja, não tem uma data-limite. Com este novo desenvolvimento, a decisão da entidade presidida por Azeredo Lopes, relativamente ao cancelamento do "Jornal Nacional 6ª", fica em suspenso. Entretanto, Maia Abreu (ex-director de Informação da TVI) e Bernardo Bairrão (administrador da Media Capital) responderam dentro do prazo.domingo, 27 de setembro de 2009
Manuela Moura Guedes adia processo
"Manuela Moura Guedes pediu esclarecimentos sobre questões relativas aos procedimentos do processo [cancelamento do "Jornal Nacional 6ª"]. Nesse sentido, foram-lhe concedidos mais uns dias para ela responder ao questionário que lhe enviámos", disse Estrela Serrano, membro da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC). O prazo para a ex-subdirectora de Informação do canal de Queluz responder expirava sexta, mas o Regulador já tinha em mãos o pedido de esclarecimento da jornalista, que deu entrada durante esta semana. Esta solicitação de Moura Guedes terá surgido na sequência de ter tomado conhecimento de que o Regulador não pode garantir sigilo às suas declarações. Recorde-se que fonte próxima da jornalista explicou que ela temia represálias por ter um dever de lealdade para com a empresa. Moura Guedes decidiu precaver-se e tomou outras medidas. A ERC não pode garantir sigilo nos seus processos, visto que, ao abrigo da lei, tem de ser transparente. O Regulador diz ainda que esta "suspensão ou alargamento do prazo para resposta não tem precisão de dias", ou seja, não tem uma data-limite. Com este novo desenvolvimento, a decisão da entidade presidida por Azeredo Lopes, relativamente ao cancelamento do "Jornal Nacional 6ª", fica em suspenso. Entretanto, Maia Abreu (ex-director de Informação da TVI) e Bernardo Bairrão (administrador da Media Capital) responderam dentro do prazo.
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