Nem reportagem, nem documentário. "Histórias com Gente Dentro" que a SIC estreou ontem à noite, às 21h40, após o "Jornal da Noite", escapa a classificações. "Qualquer rótulo seria uma gravata demasiado apertada", afirma a autora, Ana Sofia Fonseca, no lançamento do programa que irá para o ar em cinco episódios até sexta-feira. O objectivo de Ana Sofia Fonseca era "contar histórias de pessoas que vemos na rua". No primeiro episódio, "A Janela", entrecruza as de um casal que vive de frente para a campa de Salazar, no Vimieiro, de um cego, de alguém cuja porta dá para uma das mais mortíferas estradas de Portugal, a nacional 125 no Algarve, a da idosa que não pode sair de casa, o padre e o funcionário do animatógrafo do Rossio, em Lisboa. A preparação de "Histórias com Gente Dentro" começou no final do ano passado, "foi muito pensado" e o director de Informação chama-lhe "alternativo e inovador", aceitando que seja descrito como gourmet, entre os formatos de televisão. Hoje irá para o ar o episódio "O Mercado", que reúne histórias de quem trabalha neste espaço. Na quarta vai para o ar "A Praça", com testemunhos de gente com um vício - do sexo à droga, ao jogo - e que relata a sua experiência (alguns dão a cara, outros não). "O Prédio", recolha de relatos no hall de um edifício no bairro dos Olivais, em Lisboa, vai para o ar na quinta-feira. "A Viagem", na sexta-feira, encerra este conjunto de trabalhos da "Histórias com Gente Dentro", um projecto com imagem de Paulo Cepa e edição de Luís Gonçalves. O projecto fica por aqui, mas, diz Alcides Vieira, a porta para ser retomado não está fechada.terça-feira, 10 de novembro de 2009
Uma reportagem e um documentário num só programa
Nem reportagem, nem documentário. "Histórias com Gente Dentro" que a SIC estreou ontem à noite, às 21h40, após o "Jornal da Noite", escapa a classificações. "Qualquer rótulo seria uma gravata demasiado apertada", afirma a autora, Ana Sofia Fonseca, no lançamento do programa que irá para o ar em cinco episódios até sexta-feira. O objectivo de Ana Sofia Fonseca era "contar histórias de pessoas que vemos na rua". No primeiro episódio, "A Janela", entrecruza as de um casal que vive de frente para a campa de Salazar, no Vimieiro, de um cego, de alguém cuja porta dá para uma das mais mortíferas estradas de Portugal, a nacional 125 no Algarve, a da idosa que não pode sair de casa, o padre e o funcionário do animatógrafo do Rossio, em Lisboa. A preparação de "Histórias com Gente Dentro" começou no final do ano passado, "foi muito pensado" e o director de Informação chama-lhe "alternativo e inovador", aceitando que seja descrito como gourmet, entre os formatos de televisão. Hoje irá para o ar o episódio "O Mercado", que reúne histórias de quem trabalha neste espaço. Na quarta vai para o ar "A Praça", com testemunhos de gente com um vício - do sexo à droga, ao jogo - e que relata a sua experiência (alguns dão a cara, outros não). "O Prédio", recolha de relatos no hall de um edifício no bairro dos Olivais, em Lisboa, vai para o ar na quinta-feira. "A Viagem", na sexta-feira, encerra este conjunto de trabalhos da "Histórias com Gente Dentro", um projecto com imagem de Paulo Cepa e edição de Luís Gonçalves. O projecto fica por aqui, mas, diz Alcides Vieira, a porta para ser retomado não está fechada.
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