Herman José despede-se de "Herman 2010" no próximo sábado. Mas só até Setembro ou Outubro, porque o talk show regressará nessa altura à RTP. Até lá, o humorista estará a gozar uns bons dias de descanso e a fazer espectáculos ao vivo. "Vão ser férias repartidas entre Azeitão, Vilamoura, Ibiza e os palcos de Portugal e da Diáspora", diz, satisfeito por ter uma agenda tão cheia: "Se eu não pusesse algum travão, estaria caoticamente preenchida. Mas, Verão há só um por ano, e, a ver pela esperança média de vida, já só me faltam vinte e tal", ri-se. Alguns mais do que as emissões de "Herman 2010", que ele apresentou nos últimos três meses, com algumas pausas pelo meio por causa de futebol, ou de tourada, como no sábado passado. Nada que preocupe Herman José, para quem estas interrupções "são pontuais e inevitáveis" e insuficientes para "descompor o ramalhete". Aliás, o humorista está bastante satisfeito com o programa que marcou o seu regresso à RTP1. "Acho que cumpriu a sua função: a de conquistar um tipo de público e de prestígio, que eu sentia perdido, consequência de um certo desnorte nos últimos anos da minha carreira", admite Herman. A direcção de programas da RTP pensou o mesmo e encomendou mais uma série, na qual o humorista poderá voltar a convidar alguém que lhe deu uma nega, que ainda lhe está entalada na garganta. "Uma única, mais do que justificada. Não digo de quem, porque é natural que a consiga a partir de Setembro", comenta. Mas foram muitos os que por lá passaram e deixaram boas recordações no humorista. "Amei receber a ministra da Cultura, a simpatia do Jerónimo de Sousa e a mistura explosiva Ivan Lins/Carlos do Carmo. E foi emocionante rever o Jamie Cullum", enumera Herman, que deste formato gosta "da mistura equilibrada" das conversas e dos sketches. "E sobretudo do facto de os temas humorísticos serem os próprios convidados", acrecenta, dizendo que toda a equipa tem a noção de que está a fazer "muito boa televisão".Fonte: DN
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